28 de abril de 2011

O PLANETA PEDE SOCORRO

O PLANETA PEDE SOCORRO

França acha destroços do voo 477
As operações de resgate dos restos do avião e dos corpos das vítimas o acidente do voo Rio-Paris da Air …

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25 anos de Chernobyl
A Ucrânia marcou nesta terça-feira o 25º aniversário do pior acidente nuclear da história na usina de …

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Greenpeace protesta contra energia nuclear
Integrantes do grupo ambientalista Greenpeace fizeram uma manifestação contra a energia nuclear na



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Profª Fátima
Biblioteca Princesa Isabel

http://www.topblog.com.br/2011/index.php?pg=Busca&c_b=117483

27 de abril de 2011

Dia do Pedal

             PEDALAR FAZ BEM

 

O Dia do Pedal é um projeto que tem a intenção de promover diferentes ações nas áreas de Cultura, Educação e Lazer apresentando a Bicicleta como elemento de destaque em todas as atividades desenvolvidas. O passeio ciclístico será o eixo gerador do projeto, divulgando a magrela como forma divertida e descontraída de praticar exercício físico, colaborando com a saúde do corpo, da mente e do planeta.



01/05/2011 - domingo
das 09:00 às 17:00
Saída e chegada no Parque Vila Germânica

7h30 às 9h- Inscrições, em frente ao Setor 1
9h - Largada
11h - Previsão de chegada, com sorteios
10h às 17h - Atendimentos de Saúde: verificação do Índice de Massa Corpórea (IMC) e de glicemia; orientações nutricionais.
Ação social: corte de cabelo
Atividades recreativas
Os primeiros 200 inscritos ganharão camiseta do evento.
 
Fonte/créditos:
Nadia Soraya von Gilsa
Lazer
SESC Blumenau
Tel:(47)3322-5261 Ramal 231

26 de abril de 2011

REVISTA ZAP - A MAIS NOVA ESCRITORA DO BRASIL

REVISTA ZAP - A MAIS NOVA ESCRITORA DO BRASIL
Cultura, informação, Convites, Sugestões, dicas e Noticias zaP!-

ZAP! NEWS 60.428 exemplares - Sexta-feira, 15 de abril de 2011
Editora Berlendis apresenta Grandes Poetas Italianos para as crianças
Postado por Elizabeth Misciasci em 15/04/2011

Coleção Prima Rima explora o mundo mágico da linguagem poética

Chega às livrarias, este mês, a obra A Fiança, escrita em 1798 por um dos maiores poetas da língua alemã, Friedrich Schiller. Ele se inspirou em um episódio que teria ocorrido em Siracusa, na Sicília, no século IV antes de Cristo. Com tradução integral de Juliana P. Perez e ilustrações de Jenny Brosinski, este é o segundo livro da coleção 'Prima Rima', da Berlendis & Vertecchia Editores.

Rimas, trocadilhos e metáforas são alguns recursos estéticos da obra que retrata a tragédia vivida pelo herói Dâmon. Capturado e condenado à morte ao tentar livrar sua cidade do tirano Dionísio, Dâmon negocia com o rei alguns dias para casar a irmã antes de ser executado, e deixa como fiança seu amigo Fíntias para morrer em seu lugar caso não volte no prazo estabelecido. Schiller, por meio das tragédias da vida, transmite ao leitor a supremacia da moral sobre o egoísmo. Assim a amizade entre o herói e Fíntias é colocada à prova.

Enriquecido com ilustrações fascinantes, o livro desperta a atenção do pequeno leitor e o faz conhecer o rico vocabulário da língua portuguesa, além de trazer a versão original do poema, em alemão, reproduzido bilíngue na íntegra ao final do livro. A cuidadosa tradução preserva o esquema métrico e as rimas, vertendo a balada para uma linguagem fluente e atual, mas sem perder a fidelidade com relação ao original.

Segundo o editor Bruno Berlendis, "a coleção 'Prima Rima' apresenta a poesia em suas diversas formas, como baladas e sonetos, entre outras, e alia ao rigor formal e estético um 'enredo' atraente para o público infantil. Esta é uma forma divertida de o jovem leitor iniciar-se nesse rico universo por meio do contato com alguns de seus mais ilustres autores", explica o editor.

- "As crianças gostam muito de poesia, mas é importante que elas ganhem repertório, para poder entender por si mesmas que não basta apenas a rima para se fazer poesia. É possível dizer que é próprio da criança criar usos inusitados, não descritivos da palavra, jogando uma contra a outra e assim por diante – algo bastante próximo da riqueza da linguagem poética, afinal", afirma Berlendis.

De acordo com o editor, as ilustrações das obras infantis têm suma importância, cada uma com uma função diferente, conforme a proposta e a maneira como elas se encaixam ao texto. "No caso de 'A fiança', as ilustrações sugerem imagens que, também no poema, não estão tão evidentes numa primeira leitura. Há uma parcialidade, um recorte que lembra o recorte poético – só enxergamos o quadro completo depois de terminada à leitura", finaliza.

Sobre o autor
Johann Christoph Friedrich von Schiller (*1759, Marbach –1805, Weimar) é um dos mais importantes poetas da língua alemã. Sua amizade com Goethe inspirou a redação de alguns de seus poemas e dramas mais belos. Em 1797, ano que ficou conhecido como Balladenjahr ('ano das baladas'), a frutífera colaboração entre os dois poetas deu origem a um grande número de criações nessa forma poética que se inspira na canção popular e que incorpora elementos narrativos. Alguns dos mais notáveis poemas de Schiller pertecem a esse período, como 'O mergulhador' [Der Taucher], 'Os grous de Ibisco' [Die Kraniche des Ibyskus], 'O anel de Polícrates' [Der Ring des Polykrates] e 'A luva' [Der Handschuh]. A capacidade de criação de Schiller permaneceu inabalável mesmo durante a grave doença pulmonar que acabou por levá-lo à morte em 28 de abril de 1805.

O poema 'A fiança' foi escrito em agosto de 1798 e publicado pela primeira vez no ano seguinte no Almanaque das Musas [Musen-Almanach], revista que Schiller editou de 1794 a 1800. O autor inspirou-se num episódio que teria ocorrido na ilha italiana da Sicília, no século IV antes de Cristo. Segundo esse relato, o tirano Dionísio coloca à prova a amizade entre Dâmon e Fíntias. Em sua balada, Schiller utiliza elementos de diferentes versões da história e a enriquece com novos recursos.

Sobre a ilustradora
Jenny Brosinski nasceu na cidade de Celle, na Alemanha, e estudou desenho na Escola Superior de Hamburgo. Também estudou ilustração na École Supérieure des Arts Décoratifs [Escola Superior de Artes Decorativas] de Estrasburgo, com uma bolsa do Office Franco-Allemand pour La Jeunesse [Escritório Franco-Alemão para a juventude]. Em seguida, estudou desenho e escultura na Escola Superior de Artes de Berlim.
Além de livros de arte e infantis, Jenny Brosinski desenha e pinta temas livres e produz gravuras em grandes formatos. Seus desenhos foram expostos no Slon Du Livre de Jeunesse [Salão do Livro da Juventude], em Paris, entre outros lugares. Hoje, a artista vive em Berlim.

Sobre a tradutora
Juliana P. Perez é tradutora e professora de literatura alemã na Universidade de São Paulo (USP). É autora de artigos sobre Rainer Maria Rilke, Kafka, Octavio Paz, Bruno Tolentino, Elza Lasker-Schüller, entre outros, e do livro Offene Gedichte ("Poesias abertas"), sobre o poeta Paul Celan.

Ficha técnica:
Organizador da coleção e editor: Bruno Berlendis

Maratona Cultural em homenagem aos 447 anos de Shakespeare terá 13 horas ininterruptas de cultura e lazer com entrada franca
Postado por Elizabeth Misciasci

Para comemorar o aniversário de William Shakespeare, o GLOBE-SP, realiza pelo sexto ano consecutivo, a Maratona Cultural em homenagem ao seu patrono

Na terça-feira, dia 26 de abril, o Globe-SP irá celebrar o aniversário de William Shakespeare com uma série de workshops, palestras, entrevistas e performances, que ocuparão todos os espaços da escola, das 9h às 22h.
Todas as atividades são gratuitas e serão desenvolvidas por nomes reconhecidos do teatro, do cinema e da TV, incluindo os diretores Ulysses Cruz, Ramiro Silveira, Juliano Barone e Ronaldo Marinsky, os atores Fernando Vieira, Marcello Boffa, Rita Grillo, Priscilla Carvalho, Daniela Flor, Miguel Hernandez, Wilson Canhas, Bruna Longo e Deborah Serretiello, a fonoaudióloga Monica Allegro, o produtor Eduardo Jacsenis, a coreógrafa Tatiana Guimarães e os músicos Renata Maciel e José Ferreira.
O aniversário de Shakespeare já faz parte do calendário cultural da cidade de São Paulo e todo ano atrai centenas de pessoas para o Globe-SP.
O evento homenageia o "homem do milênio" e também sua arte, pois os workshops oferecidos neste dia colocam o interessado em contato com as mais variadas técnicas de representação, com abordagens que abrangem as potencialidades do corpo e da voz, além da interpretação propriamente dita, tanto para teatro quanto cinema, TV e publicidade.
As inscrições para participar dessas atividades podem ser realizadas pelo site www..globe.art.br ou pelo telefone (11) 3097-9933. Os ingressos serão entregues aos inscritos pela ordem de chegada, trinta minutos antes do início da atividade, obedecendo ao limite de vagas.
Além de toda a programação de aniversário, o Globe-SP também conta com exposições permanentes sobre as montagens a partir da obra de Shakespeare e imagens das peças realizadas pela equipe. Possui também um grande acervo composto por livros, jornais, revistas e DVDs, destinados a estudos e pesquisas. A escola possui uma ampla infraestrutura, composta por estúdios de edição, projeção, gravação e interpretação em cinema, TV e publicidade, além de salas de ensaios e de um teatro de câmara.
Partindo do princípio que a cultura amplia nosso referencial, qualquer pessoa pode participar da comemoração. Independente de ser ator ou não. Trata-se se uma oportunidade única, na qual a troca de experiências com profissionais capacitados e atuantes no mercado cultural torna-se valiosa para todos que buscam aprofundar seus conhecimentos. Confira a programação completa em http://migre.me/4csDz
Serviço:
Aniversário de Shakespeare * 447 anos
Maratona Cultural em Homenagem ao patrono do GLOBE-SP
Atividades: Bate-papo do diretor Ulysses Cruz com artistas convidados, workshops, performances, happenings, palestras, recital e confraternização com bolo comemorativo.
Programação completa em http://migre.me/4csDz
Local - Globe-SP – Rua Capitão Prudente, 173 – Pinheiros – fone (11) 3097-9933
Dia 26 de Abril de 2011 (terça-feira), das 9h às 22h
Inscrições e reservas no site: www.globe.art.br
Entrada franca -Pedimos 1 kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar), que será doado para o Lar Infantil Alan Kardec / Ingressos limitados / Todos os ambientes fechados possuem ar condicionado / Não tem estacionamento / Faixa etária para todas as atividades - Livre / O Espaço Cacilda Becker é um ambiente ao ar livre, todas as atividades programadas para este ambiente, serão canceladas em caso de chuva.
Importante:
- Cada atividade tem um horário específico e os ingressos só começarão a ser entregues aos inscritos a partir de 30 minutos antes do início.
- Os ingressos serão entregues aos inscritos por ordem de chegada, obedecendo ao limite de vagas para cada atividade.
- A inscrição pelo site garante prioridade, porém não garante vaga. O inscrito deve chegar com antecedência mínima de 30 minutos para retirar o ingresso. Após esse prazo os ingressos serão disponibilizados para os inscritos em lista de espera, por ordem de chegada. Quem não se inscrever pelo site só poderá entrar caso os inscritos presentes não completem a lotação da atividade.
- Ao se inscrever no site, preste muita atenção aos horários de início e duração das atividades, tomando o cuidado para não se inscrever em atividades com horários concomitantes. Se isso ocorrer o sistema executará o filtro e escolherá aleatoriamente apenas uma das atividades para registrar a sua inscrição.
- Cada atividade começa rigorosamente no horário marcado e não será permitida a entrada após o início.
- Cada atividade possui uma lotação específica. Para saber a lotação da atividade escolhida, acesse o site www.globe.art.br

Palestra com Rubem Alves na Noite da Poesia - Convite para você!
Postado por Elizabeth Misciasci


Nossa Cultura lança o audiolivro Guerra por Contrato
Postado por Elizabeth Misciasci em 15/04/2011 00:14:00

São mais de dez horas de histórias do ex-capitão da infantaria britânica contratado como soldado de aluguel no sangrento e caótico Iraque pós-guerra

Abril de 2011 – Em setembro de 2003, James Ashcroft, um ex-capitão da infantaria britânica, chegou ao Iraque como um segurança particular, atraído pela possibilidade de voltar à ação e pelo dinheiro - 500 dólares por dia. Foi o começo de uma jornada de sangue e caos, que durou 18 meses e é contada em detalhes no livro "Guerra por Contrato – Relatos de um soldado de aluguel", que a Editora Nossa Cultura está lançando no formato de audiolivro.
O fim da Guerra do Iraque tinha sido anunciado desde o dia 1º de maio de 2003, mas seis meses depois a insurreição estava ganhando força e os ataques rebeldes se intensificavam. Dos cerca de 87 bilhões de dólares para a reconstrução do país, 30% tinham sido reservados para segurança, e no final de 2003 havia mais de 15 mil seguranças particulares no Iraque. Uma guerra que estava sendo lentamente privatizada.
Neste "diário" repleto de ação, 'Ash' revela os perigos de sua vida cheia de adrenalina, como um combatente da violência em Bagdá, ao mesmo tempo em que comenta suas impressões sobre o dia-a-dia em uma comunidade iraquiana e a percepção de que a Guerra ao Terrorismo é um grande erro de cálculo. "Para todo rebelde tirado de circulação, dois, cinco ou mais cruzavam as fronteiras para ocupar o lugar dele. O mesmo ocorria para cada civil morto, ou um membro de uma tribo que fosse envergonhado ao ser revistado na frente de sua família. Na manhã seguinte, dúzias de recrutas iriam para a insurreição", conta Ashcroft.
Em histórias contadas nos mínimos detalhes, de bombardeios de morteiro a revelações sobre o cotidiano em uma comunidade Iraquiana, Ashcroft compartilha a realidade nua e crua da guerra no Iraque - e suas consequências - direto da linha de combate, em uma linguagem direta e sem rodeios.

Guerra por Contrato chega ao Brasil por meio da Editora Nossa Cultura, em audiolivro, um formato versátil que proporciona uma infinidade de possibilidades de "leitura", adaptando-se ao ritmo de vida das pessoas do mundo atual. Os audiolivros podem ser ouvidos no carro, a caminho do trabalho, na academia, e em diversos outros momentos e situações em que não é possível ler um livro.
Eles são vendidos em CD ou mp3 e podem ser encontrados em livrarias de todo país, em lojas especializadas e no site da editora Nossa Cultura www.nossacultura.com.br/loja.


Sobre o autor – Como capitão da infantaria britânica, James Ashcroft serviu em Belfast Ocidental e na antiga Iugoslávia, e treinou com os exércitos de vários países da Otan, incluindo várias unidades da Marinha e do Exército americanos. Ashcroft foi contratado como segurança particular no Iraque, onde permaneceu de setembro de 2003 até a primavera de 2005. Ele atuou como conselheiro militar para "Shadow Company", documentário sobre o fenômeno das companhias militares privadas modernas. Recentemente, Ashcroft voltou com sua família para a África, onde continua a trabalhar como consultor de segurança, mas agora de volta a vida de civil.
Sobre a Nossa Cultura – Com sede em Curitiba (PR), a editora Nossa Cultura é especializada em audiolivros (ou audiobooks) e mídias que destaquem os recursos audiovisuais. Bastante popular em países como Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, o audiolivro pode ser ouvido em diferentes ambientes e situações, sendo a maneira mais prática de manter-se informado e desfrutar de grandes obras de maneira inovadora. O catálogo da Nossa Cultura é composto por mais de 250 títulos, entre obras próprias e de parceiros. Entre os títulos destacam-se Engolido pelas Labaredas, de David Sedaris, narrado por Marcelo Tas, Febre de Bola, Viva Como Você Quer Viver, O Sol Também se Levanta, a coleção Pensamento Vivo, de Rubem Alves (quatro volumes), a coleção Rubem Alves infantil (três volumes), Clube da Comédia Stand-Up, Darfur – uma nova história de uma longa guerra, China na África e A Família do Milênio. Na área de negócios, a Nossa Cultura tem os audiolivros Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, A Nova Proposta de Warren Buffett, Cartas a um Jovem Investidor, de Gustavo Cerbasi, Terapia Financeira, Porque queremos que você fique rico e Pai Rico, Pai Pobre.
As biografias também estão presentes "Cartas a uma jovem atriz" da atriz Marília Pêra e " A saga das mãos" do maestro João Carlos Martins, são exemplos.
O catálogo completo pode ser conhecido no site www.nossacultura.com.br

Jovem escritora traz trilogia em literatura fantástica
Postado por Elizabeth Misciasci em 15/04/2011 00:02:00

GABI DIEHL – A MAIS JOVEM ESCRITORA DO PAÍS
TRAZ TRILOGIA SOBRE LITERATURA FANTÁSTICA


Com apenas 17 anos, Gabi Diehl {Foto} é a mais nova escritora brasileira. Lançou sua primeira obra na Bienal do Livro, As Bruxas de Westfield, o primeiro livro da trilogia. A escritora oferece, através da literatura fantástica, uma história baseada em elementos da fantasia juvenil, fictícios e repletos de mágica e mistério.

O ano de 2010 foi repleto de contemplações para a jovem escritora, que além de receber o Prêmio Jovem Brasileiro, na categoria cultural, foi convidada a fazer parte da Academia Metropolitana de Letras, Artes e Ciências, sendo a mais nova acadêmica do País. O segundo livro da trilogia, "As Bruxas de Westfield e o Reino Desconhecido", será lançado próximo a primavera e o terceiro está previsto para 2012.

Gabi Diehl se inspira em grandes nomes da literatura, como Agatha Christie, J. K. Rowling, entre outros.

Sua história: Com apenas oito anos de idade, Gabi Diehl começou a adquirir gosto pela leitura durante o período em que viveu nos Estados Unidos. Nesta época, ganhou um concurso na escola Chapel Trail Elementary School, em Pembroke Pines, na Flórida, com o conto "A Princesa e o Dragão". A partir daí, não parou de escrever e pesquisar sobre elementos sobrenaturais. Ao completar 13 anos de idade, iniciou sua primeira trilogia, 'As Bruxas de Westfiel', lançado no ano passado.

Sobre o livro: Mortes sem explicações começam a alterar o cotidiano da pacata cidade de Westfield. Um grupo de adolescentes decifra uma lógica por trás das mortes e defronta pela primeira vez em suas vidas com a magia. Quando estão definitivamente envolvidos com toda essa trama, descobrem que já é tarde demais para se arrepender e voltar atrás. Só resta uma alternativa: colocar suas vidas em risco diante do desconhecido. Nesta áurea de magia e aventura, talvez nem todos daquele grupo irão sobreviver.


GABI DIEHL
A mais nova escritora brasileira, Gabi Diehl, com apenas 16 anos, lançou sua primeira obra, ' As Bruxas de Westfield', na Bienal do Livro, em 2009. O segundo livro da trilogia, 'As Bruxas de Westfield e o Reino Desconhecido' já esta finalizado, e em pouco tempo será lançado. Suas obras são baseadas na literatura fantástica, e envolvem elementos sobrenaturais e fictícios, trazendo aos leitores muito mistério e magia.

Da Redação Revista zaP!
Jornalista Luis Miguel Pereira cria a Bíblia do Flamengo
Postado por Elizabeth Misciasci em 15/04/2011 00:35:00

Obra que levou três anos para ficar pronta, tem seu prefácio assinado pelo craque Zico.


Autor de mais de quinze livros sobre futebol, entre eles as Bíblias do Real Madri, Benfica, FC Porto e Seleção Brasileira, Luís Miguel Pereira é um premiado jornalista esportivo em Portugal. Atualmente, chefe de reportagem da SportTV e diretor da SportTV3, o autor conta que sempre acompanhou com fascínio a seleção brasileira e o Flamengo - "Eu tenho uma paixão pelo Flamengo desde os tempos do Zico. Portugal não estava presente com grande frequência em copas do mundo, por isso a seleção dos portugueses era o Brasil. Tratava-se de um tempo em que não havia internet nem a velocidade vertiginosa que corre hoje a informação. O máximo que tínhamos era alguns jornais e revistas internacionais que nos chegavam com algumas semanas de atraso. Recordo-me de uma revista francesa – 'Onze' - que tinha ótimas fotografias de todas as seleções e clube do mundo. Eu recortava as fotos e forrava os meus cadernos e livros escolares com esse material. Assim fui descobrindo o Flamengo... quase sempre 'pela mão' do Zico.

A "Bíblia do Flamengo" conta a história do clube de uma forma diferente e estimulante como nunca feito antes. O livro surpreende a cada texto, a cada página e proporciona ao leitor uma descoberta constante de fatos novos. No prefácio da obra, o craque Zico frisa que o livro o ajudou a entender a própria carreira e que inúmeros trechos aguçaram sua memória – "Na leitura fácil das fichas e curiosidades sobre ex-companheiros, notei o quanto será saboroso compartilhar as histórias vividas com meus netos. E, ao folhear passando mais velozmente as páginas, meu dedo parou por acidente no texto que lembrava a artilharia da Libertadores de 1981. Curioso porque aquela competição foi especial. Marquei 11 gols, dois deles no jogo contra Cobreloa, na final. Gols comemorados como se eu vingasse nosso time, que jogava bola diante de uma equipe que baseava sua estratégia na violência" - Diz o craque.

Zico também conta que ao receber o convite do jornalista português para prefaciar a obra, ficou receoso com o fato dela trazer como referência o livro sagrado dos cristãos, mas que após folhear atentamente a obra percebeu que o autor, em nenhum momento, tentou se valer de algum aspecto desrespeitoso – "A citação ao livro sagrado proposta por Luís Miguel Pereira – já usada para o Sporting Benfica e Seleção Brasileira – é adequada exatamente pela variedade de informações que ele conseguiu reunir num só almanaque."

Em suas 205 páginas, a Bíblia do Flamengo trás tabelas como "Hat-tricks de Zico"; "Renúncias presidenciais"; "Técnicos estrangeiros com mais jogos"; "Técnicos de sempre"; "Todos os títulos"; "Rubro-negros famosos" e a bem-humorada "Zoológico F.C." com nomes de jogadores ou apelidos de animais que já vestiram a camisa do Flamengo.
Algumas passagens do livro também merecem destaque como a do lendário goleiro da União Soviética, Yashin, que treinou no Mengo – único a receber a Bola de Ouro como melhor jogador da Europa - "O antigo goleiro do Vasco da Gama, Valdir Appel, conta que em um amistoso entre o Vasco e o Dínamo de Moscou, realizado em Caracas, se dirigiu a Yashin para lhe oferecer uma flâmula vascaína. O soviético sorriu e confessou, em bom português: 'Obrigado. Gosto muito do futebol brasileiro e do Vasco, mas torço pelo Flamengo. Boa sorte'."

Outra passagem interessante fala do primeiro gol coreografado - "O nome dele era Caio, artilheiro rubro-negro dos anos 70 e 80. Caio já levava 39 jogos a serviço do Flamengo e 12 gols marcados. Até aquele 3 de dezembro de 1972, Caio comemorava os gols sempre da mesma forma: salto seguido de soco no ar ou estendido no gramado debaixo de uma pilha de companheiros. Mas naquele dia, na goleada frente ao Fluminense (5 x 2) pelo Carioca, Caio resolveu comemorar cada um dos três gols marcados dando cambalhotas consecutivas. A ideia foi uma verdadeira revolução na época e abriu caminho para as coreografias que passaram a ser moda no futebol brasileiro. A partir desse momento, o artilheiro ficou conhecido para sempre como Caio Cambalhota."
São inúmeras as histórias e curiosidades sobre o Flamengo, vistas por ângulos nunca explorados. Ricamente ilustrado, a cada capítulo o livro trás frases de nomes importantes da história do clube e também de torcedores ilustres como Manuel José – Ex técnico do Benfica - "Há no mundo, cinco ou seis clubes míticos: Barcelona, Benfica, Milan, Boca Juniors e o Flamengo".

Sobre o autor:
Luis Miguel Pereira tem 42 anos e vive em Lisboa, em Portugal. É jornalista esportivo há 20 anos, chefe de reportagem da SportTv e diretor da SporTV3.
Autor de mais de quinze obras sobre futebol entre elas: Mário Jardel – Os meus segredos;
Dicionário do Futebol; Bloco notas de Laszlo Boloni; A arte de Simão Sabrosa; A luz não se apaga; Estórias D'Alvalade; Simão Sabrosa – O filme de um sonho; Bíblia do Benfica; Bíblia do Sporting; Bíblia do FC Porto; Biografia de Saviola, Bíblia da Seleção Espanhola; Bíblia da Seleção Brasileira, Bíblia do Real Madrid entre outros.

Bíblia do Flamengo
Editora: Almedina
Autor: Luís Miguel Pereira
Pág: 205



Freeway lança concurso cultural com viagem para Bonito
Postado por Elizabeth Misciasci em 15/04/2011


A Freeway lançou no dia 8 de abril um concurso cultural #bonitofreeway. A campanha, que terá validade de um mês, é feita em parceria com o Wetiga Hotel, em Bonito (MS). Para participar é necessário responder a pergunta - "Por que viajar para Bonito é com a Freeway?"
O vencedor da melhor frase ganhará 4 diárias no Wetiga Hotel + 3 passeios com acompanhante.
Existem duas formas de participar do concurso, uma através twitter e outra via Facebook. Caso a participação seja através do Facebook, o participante deverá seguir dois passos antes de responder a frase: 1° curtir a página da Freeway e 2° compartilhar o link da promoção.

Depois basta responder a pergunta "Por que viajar para Bonito é com a Freeway?" no álbum da promoção.
Se a participação for através do twitter o participante também deverá seguir dois passos antes de responder a pergunta: 1° seguir a Freeway e 2° retuitar a mensagem da promoção. Depois responda a pergunta com o hashtag #Bonitofreeway.
A divulgação do vencedor será no dia 13 de maio. A viagem deverá ser feita na baixa temporada de 2011, que vai do dia 14 de maio a 30 de junho e do dia 1 de agosto a 30 de novembro.

Para saber mais da campanha clique aqui, ou acesse o site da Freeway,
www.freeway.tur.br. Participem e boa sorte.

Banda Jazz Sinfônica de Diadema se apresenta na Virada Cultural
Postado por Elizabeth Misciasci em 15/04/2011

Concerto especial tem repertório com grandes compositores da música instrumental brasileira
A Banda Jazz Sinfônica de Diadema fará uma apresentação especial durante a programação da sétima edição da Virada Cultural Paulistana, que acontece neste final de semana, em vários pontos da Capital. Os músicos de Diadema se apresentam no domingo, 17, às 6h, no palco montado próximo à Estação da Luz. Este é o segundo ano que a Banda participa do evento.

Para este concerto a Banda Jazz levará seu espetáculo "Brazzilidades". O repertório inclui grandes compositores como Hermeto Pascoal, Moacir Santos, Egberto Gismonti e Raul de Souza. Serão homenageados intérpretes e compositores que levaram a qualidade da música brasileira para diferentes plateias da música instrumental em vários países, sendo representantes autênticos da nossa música.

Criada em 2001 e mantida pela Secretaria Municipal de Cultura, a Banda Jazz mantém em seu repertório obras de grandes nomes como Dorival Caymmi, Ari Barroso, Tom Jobim, Charlie Parker e Pixinguinha. Constitui-se de uma mescla das big bands norte-americanas, surgidas entre as décadas de 30 e 40, cuja concepção baseia-se em cinco saxofones, quatro trompetes, quatro trombones, seção rítmica e com os principais instrumentos da família das madeiras: flauta, clarinete, oboé, fagote e trompa.
Com repertório predominantemente de músicas brasileiras, no estilo jazz, a banda possui arranjos escritos exclusivamente para sua formação instrumental, garantindo assim músicas originais e que expressam personalidade. Desde 2006, o comando dos músicos está a cargo do maestro Todd Murphy, formado pela Universidade de Miami.
Todd já compôs arranjos para Zélia Duncan, Leila Pinheiro, Salford Bras Band, Sound Scape Big Band, Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo e atuou como trombonista em shows de grandes artistas como Toquinho, Gal Costa, Daniela Mercury, Ivan Lins, Rita Lee, Titãs e Elba Ramalho.
A Virada Cultural Paulistana acontece desde 2005, uma vez por ano. A iniciativa da Secretaria de Cultura de São Paulo promove 24 horas de cultura e entretenimento gratuito por toda a cidade. Luana Arrais

Serviço
Banda Jazz Sinfônica de Diadema - "Brazzilidades" na Virada Cultural Paulistana
Dia 17 de abril, domingo, às 6h
Palco da Luz
Próximo a Estação da Luz do metrô


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*Elizabeth Misciasci - Jornalista, Humanista, Escritora, Pesquisadora. Presidente do Projeto zaP!
*Embaixadora Universal da Paz no âmbito do Círculo Universal dos Embaixadores da Paz.
Cercle Universel Des Ambassadeurs De La Paix - Suisse/France
http://www.eunanet.net/beth/index.php
http://reticencias.blog-se.com.br/blog
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Grupos: -
*Jornalismo e Literatura Informativos
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*Presídios Online
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*Express Jornal Poetas e Eventos
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Poetas Maravilhosos
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*Elizabeth Misciasci
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25 de abril de 2011

Matemática - Relatório das atividades - Valdir

Fractais - Corpo Humano

Nos dias 05 a 08 de abril, iniciamos atividades de medidas do corpo humano, com as turmas do 6º ano e 9º anos, após o seguinte questionamento:

- Qual seria o maior órgão do corpo de um ser humano?

Obtive inúmeras respostas, como: o braço, a perna, o coração, os ossos e outros.
Em seguida pedi que um aluno, utilizasse o papel pardo para realizar a atividade seguinte.

Formamos quatro grupos, em cada gum deles, quatro ou cinco pessoas. Foi solicitado a cada grupo, que escolhesse um aluno como manequim e contornasse seu corpo. Depois desenharam as partes dos membros do corpo humano, medindo com uma régua de 30 centímetros.

Durante as medidas, foram notadas as dificuldades de medirem as partes circulares, ou formas semi-ovais e a diferença dos quadris entre os homens e as mulheres.

No final foi quadriculado o desenho em partes de 20 centímetros, depois pintaram a área da sombra ou boneco, para determinar sua área externa e área interna (medir a aproximadamente a pele de cada desenho).

A turma do 9º ano conseguiu identificar a maior parte do corpo, (pele) já a turma do 6º ano, demorou para identificar, afirmavam que era o corpo e finalmente identificaram qual era o maior.

Após esses trabalhos, expomos em todo o interior da escola e os mesmos foram observados por todos. Foi até eleito o desenho mais bonito, após esta etapa será mostrado um vídeo, sobre as fases da vida humana.

Parindo daí, anotaremos o crescimento do corpo e as suas transformações ao longo da vida.

Bibliografia

Filme: O corpo humano, partes da fase humana. 1999. Editora Globo.

Fractais: Caderno 2, pág. 26. Exercitando os objetos e figuras. 2010. Gestar 1



Robo


Fizemos ate agora os pés do robo e esta muito legal e minha dupla é Kleiton e Josias e David mais o David saiu da dulpa e agora esta o Kleiton e o Josias mais agora agente tem que fazer as pernas do robo e agora agente tem que fazer a barigua do robo e depois agente vamos fazer os braços e a cabeça mais agente tem que ter canudos para o robo ficar em pé senão o robo não vai ficar em pé ele vai cair



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"Valdir de Assis Chaves"


Para: valdirchaves@blumenau.sc.gov.br


Anexos: Contrato Didático - Valdir - Matemática.doc

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CONTRATO DIDÁTICO MATEMÁTICA NAS SERIES INICIAIS








Valdir de Assis Chaves








1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS








Relatarei nesse trabalho, uma experiência feita pelos professores da Escola Básica "Adelaide Starke" em Blumenau, no início a professora de Educação Infantil, trouxe uma pinha, sendo que os alunos desconheciam essa fruta e conversamos para trabalhar conteúdos da Matemática e áreas afins. Nesse dia apresentei como professor da matéria de matemática e que na próxima aula estaríamos trabalahndo com conjunto, os três professores (Matemática, Professora de Sala e uma de Apoio, essa conhecemos como PAPI - Professora de Apoio Pedagógico), porque na sala tem uma aluna de necessidades especiais. O que elaboramos para ser estudado por essa equipe foi o Contrato Didático.



Com o processo ensino-aprendizagem, tem que ser trabalhada com todos os alunos, pelos professores ou o professor, a junção de ambos, que fará a garantia de um sucesso do contrato didático. Esse objetivo da aprendizagem, com a sua relevância, tem seu objetivo a Didática da Matemática e suas áreas afins.



No início dos anos 70, surgiram as pesquisas de Didática da Matemática, com esse contrato didático, foi iniciado pelo Guy Brousseau e usado até os tempos atuais.



O Contrato Didático é um trabalho feito em sala de aula, usando teste ou exercícios para a base teórica com fundamentos, regras, tabelas, seqüências, trabalhos e raciocínio lógico matemático.








2. PROBLEMA DE PESQUISA


Conforme as pesquisas na Educação Matemática, começamos com trabalho dos alunos das séries iniciais de uma fruta ou alimento de todas as regiões brasileiras, com objetivo de criar hábito de raciocínio lógico resposta aberta, usando os conhecimentos dos alunos para a solução, para verificando o contrato didático dos professores, servidores da escola e no final usando os conhecimentos e os f undamentos lógicos matemáticos.



3. METODOLOGIA


De acordo com as pesquisas de Bogdan e Biklen (1982), temos as qualitativas seus dados é o principal instrumento, ocorre sem a intenção do pesquisador, chamado de "naturalístico", as descrições de pessoas, tem o maior índice elementos da situação estudada e na sua compreensão do que está sendo estudado.



Esse o processo é muito maior do que com o produto, o pesquisador deve ter um problema ou uma atividade, elas tem o significado muito especial do pesquisador, as questões devem ser focadas nos diferentes pontos de vista dos participantes, os estudos qualitativos tem o dinamismo é observado nos dados de baixo para cima.



A pesquisa qualitativa, segundo Bogdan e Bliklen (1982), tem os dados descritivos, direto do pesquisador e a situação estudada, está voltado para retratar a perspectiva dos participantes.



Segundo Goode e Hatt (1968), as características está associadas ao estudo de caso, visa à descoberta; enfatizar a "interpretação um tema", buscar a realidade, a informação; a generalização naturalística, utilizar a linguagem de forma mais acessível.



A pesquisa foi realizada aleatória e composta pelas seguintes turmas:







· Vinte e três alunos do 1º ano "F" das Séries Iniciais, com idades entre seis e oito anos;







· Vinte e cinco alunos do 3º ano "A" das Séries Iniciais, com idades entre doze e dezesseis anos;







· Vinte e seis alunos do 7ª ano "B" das Séries Finais, com idades entre doze e dezesseis anos;







· Vinte e quatro alunos do 6º ano do EJA (Educação de Jovens e Adultos) equivalente à 5ª Série do Ensino Fundamental, com idades entre dezessete e cinqüenta e um .




















Nesse contexto foram observadas quatro aulas, dos períodos diurnos e vespertinos, sendo utilizadas as primeiras aulas dos períodos. Não buscaremos comparação entre as turmas, mas sim uma análise das questões que formavam o teste e a interpretação dos erros cometidos pelos alunos (se ocorreram) evidenciando ou não uma ruptura no contrato didático. Também estamos interessados em analisar as reações dos alunos à realização do teste, suas expectativas, ansiedades, explicitando a forma como se relacionam com um instrumento avaliativo e com os pesquisadores.







4. REFERENCIAL TEÓRICO



Após a metade da década de 70, em âmbito a pesquisas em Didática da Matemática, surgiu a idéia de Contrato Didático, lançada por Guy Brosseau desde os anos sessenta, e tornada famosa graças ao célebre artigo de 1986 (Brousseau, 1986).Tal idéia logo se revelou frutífera e foi definitivamente estabelecida pelas pesquisas que se envolveram a respeito do tema, desde o início dos anos setenta. Posteriormente, os estudos da segunda metade dos anos oitenta decretaram seu triunfo e a total teorização. Vários estudiosos do muno inteiro participaram desses estudos: a idéia passou a ser reconhecida e foi incorporada na linguagem
compartilhada pela comunidade internacional.



Essa idéia, cujo espírito era totalmente francês, não era completamente nova. Em 1973, Jeanine Filloux introduziu a expressão contrato pedagógico para definir alguns tipos de relações entre professor e aluno. Esse era um contrato geral, mais social do que cognitivo, enquanto que o contrato didático de Brousseau considera também os conhecimentos que estão em jogo. Em uma situação de ensino, preparada e realizada por um professor, o aluno tem, em geral, como tarefa, resolver um problema (matemático) que lhe é apresentado, mas o acesso a essa tarefa é feito através da interpretação das perguntas colocadas, das informações fornecidas, das obrigações estabelecidas que seja
constante da maneira de ensinar do professor. Esses hábitos (específicos) do professor esperados pelo aluno e os comportamentos do aluno esperados pelo professor constituem o contrato didático.



Esse contrato é o conjunto de regras que determinam, uma pequena parte explicitamente, mas sobretudo implicitamente, o que cada parceiro da relação didática deverá gerir e aquilo que, de uma maneira ou de outra, ele terá de prestar conta perante o outro. (Brousseau, 1986 apud SILVA, 1999, p. 44) .



Muitas vezes, essas "expectativas" não são devidas a acordos explícitos, impostos pela escola ou pelos professores ou compartilhados pelos alunos, mas dependem da concepção da escola, da Matemática, da repetição de modalidades.



Esse comportamento por parte dos alunos revela que existem regras vigentes, ainda que implícitas completamente internalizadas por eles, regras essas que, quando aplicadas, conduzem a uma grande quantidade de erros dos alunos e a incoerência no tratamento desses erros pelos professores. Segundo a análise de Chevallard (1988 apud SILVA, 1999, p. 51), algumas destas regras são:



Sempre há uma resposta a uma questão matemática e o professor a conhece. Deve-se sempre dar uma resposta que eventualmente será corrigida; Para resolver um problema é preciso encontrar os dados no seu enunciado. Nele devem constar todos os dados necessários e não deve haver nada de supérfluo; Em matemática resolve-se um problema efetuando-se operação. A tarefa é encontrar a boa operação e efetuá-la corretamente. Certas palavras-chave contidas no enunciado permitem que se adivinhe qual é ela; Os números são simples e as soluções também devem ser simples, senão, é possível que se engane; as questões colocadas não têm, em geral,
nenhuma relação com a realidade cotidiana mesmo que pareçam ter, graças a um habilidoso disfarce.















5. ANÁLISE DOS DADOS



Estudaremos os dados obtidos no teste aplicado enfocando a reação dos alunos durante a aplicação e a análise individual das questões e dos erros ocorridos a fim de evidenciar a ruptura e renegociação do contrato didático existente nestas turmas.



O teste (anexo 1) foi aplicado em quatro salas diferentes. Combinamos com os professores de cada turma que, no início da aula, eles anunciaram que iriam fazer uma "prova" naquele instante, e que teria conceito, ou seja, nota. Este pedido deve-se ao fato de que um dos objetivos fundamentais desta pesquisa era conhecer a reação dos alunos diante de uma avaliação tradicional, buscando verificar se uma das cláusulas do contrato didático estabelecido era que uma questão matemática sempre tem uma, e somente uma solução e esta solução deve ser "descoberta" pelo aluno. Observamos as diferentes reações dos alunos diante dessa quebra de contrato didático: "Eu não vou
fazer essa prova"; "A prova é dupla?"; "Isso não está certo"; "Por que vou fazer outra prova?"; "Nem avisa para estudar"; "Que brincadeira é essa?"; "Eu não vou saber fazer nada, faz 20 dias que não venho pra escola"; "Individual sem consulta?". Em cada manifestação destes alunos, percebemos a evidência de certas cláusulas implícitas, como: a avaliação é um processo punitivo; deve ser previamente marcada para que os alunos se preparem, portanto não é um processo contínuo; avaliações individuais são mais fáceis do que as realizadas em dupla, etc.



A seguir, veremos a análise de cada um dos problemas contidos nos testes aplicados para 100 (cem) alunos das diferentes turmas. A análise foi feita com base na reação dos alunos diante dos problemas propostos pelo teste, nas respostas obtidas e na reação dos mesmos diante da correção de cada questão. Levantamos hipóteses sobre os erros cometidos pelos alunos. Porém uma aluna se destacou pelas respostas que não conseguimos interpretar, pois era claramente uma manifestação de revolta com o teste aplicado. Então, decidimos perguntar para ela o porquê das respostas e ficamos surpresos com a justificativa dada: "Fiquei revoltada com a prova". Também observamos que se
tratava de uma boa aluna e, provavelmente teve esta postura com medo de errar ou de não saber a respostas e o nervosismo diante da nova situação proposta.



Devido à grande quantidade de dados obtidos nesta pesquisa, optamos por realizar apenas a análise de seis questões (números 4, 10, 11, 12, 13 e 14) do teste proposto aos alunos (Anexo). A escolha da análise destas questões foi feita a posteriori e deveu-se ao fato delas apresentarem respostas que permitem uma maior evidência na quebra do contrato didático vigente, além de serem reproduções de outras pesquisas já realizadas, permitindo a realização de comparações.




Análise da Questão 4:



"Divida 30 por meio e adicione 10. Quanto você achou?"



Nesta questão tivemos dificuldade de levantar hipóteses sobre os erros cometidos pelos alunos. As respostas e a freqüência das mesmas com algumas hipóteses sobre os erros cometidos foram: "2" (1 aluno); "3" (1 aluno); "9" (1 aluno); "9,5" (3 alunos); "10,6" (3 alunos); "12" (1 aluno); "16" (3 alunos); "17,5" (1 aluno); "20" (1 aluno, hipótese: ); "25" (47 alunos, hipótese: ); "30" (1 aluno, hipótese: 1º número que aparece no enunciado); "35" (2 alunos); "40" (8 alunos, hipótese: 30+10); "70" (22 alunos acertaram a questão); "- 50" (1 aluno) ; n ão responderam (4 alunos).



Verificamos, nesta questão, muita dificuldade para resolver operações com números em forma de fração ou decimais. Para grande parte dos alunos, 47% que responderam 25, a expressão "divida por meio" foi interpretada como "divida por dois", portanto utilizaram a seguinte estratégia: , o que não estava de acordo com o enunciado, pois para se obter o resultado correto basta resolver a seguinte operação :





Análise da Questão 10:



"Num navio há 26 carneiros e 10 cabras. Qual é a idade do capitão?".



Este é o famoso Problema da Idade do Capitão aplicado por Chevallard que fez uma análise dos resultados de uma experiência realizada por uma equipe do IREM de Grenoble com 97 alunos de 7 e 8 anos de idade. Uma das revelações da pesquisa original foi que 76 alunos, ou seja, quase 80% das crianças, calcularam a idade do capitão utilizando os número que figuram no enunciado.





"O autor citado, analisando as respostas dos alunos, desloca a questão da logicidade para a questão do contrato didático. Observa que a "lógica" que norteia as respostas dos alunos não é aquela que questiona a pertinência dos dados contidos na questão proposta. A lógica que vigora é a do contrato didático segundo a qual um problema tem uma e uma só resposta e, para se chegar a ela, todos os dados propostos devem ser utilizados sem que haja necessidade de nenhuma outra indicação. A utilização pertinente dos dados se faz segundo um esquema de jogos familiares, tais como operações aritméticas, regras de três, falsa posição, etc., que constituem o campo de ação e a margem de manobra do aluno." (SILVA,
1999, p. 48-49 ).



Mas será que obtivemos resultado similar aplicando os testes com alunos em faixa etária bem mais avançada daqueles estudados por Chevallard? Vejamos as respostas e a freqüência das mesmas com algumas hipóteses sobre os erros cometidos: "11 anos" (1 aluno); "16 anos" (1 aluno, hipótese: escreveu a própria idade); " 17 anos" (3 alunos, hipótese: escreveram a própria idade); " 18 anos" (3 alunos, hipótese: consideraram que o capitão deveria ser maior de idade ou escreveram a própria idade); " 27 anos" (1 aluno); "31 anos" (2 alunos); "36 anos" (39 alunos, hipótese: 10 + 26); " 40 anos" (1 aluno); "43 anos" (2 alunos); "182 anos" (1 aluna já citada nesta pesquisa que respondeu propositalmente da forma a
revelar sua insatisfação com o teste) ; " depende do Sol" (1 aluno); "não deu a idade" (6 alunos, hipótese: analisaram e concluíram que os dados do enunciado eram insuficientes para se obter uma resposta numérica); "não tem resposta" (2 alunos analisaram que os dados do enunciado eram insuficientes para se obter um resultado); "não é capitão quem comanda um navio" (1 aluno); "não há capitão" (12 alunos); não responderam (19 alunos); "sei lá" (3 alunos).



Podemos perceber que dos resultados obtidos a maioria (54% dos alunos) utilizaram encontraram uma idade para o capitão, muitos deles operando com os dois números que configuravam o enunciado do problema.




Análise da Questão 11:



"Uma criança tinha 115 cm de altura quando tinha 10 anos. Qual será sua altura quando tiver 20 anos?".



As respostas e a freqüência das mesmas com algumas hipóteses sobre os erros cometidos foram: "3+3" (1 aluno); "30 cm" (1 aluno, hipótese: 20 + 10) ; " 115 cm" (5 alunos); 1,45 cm (1 aluno, hipótese: 115+20+10); " 1,70 cm" (2 alunos) ; " 173 cm" (1 aluno) ; 180 cm (1 aluno) ; " 207 cm" (3 alunos que justificaram a resposta como sendo a altura de uma das alunas mais altas da escola); " 217 cm" (1 aluno) ; " 220 cm" (1 aluno); " 230 cm" (25 alunos, hipótese: fizeram o cálculo utilizando o conceito de que idade e altura são grandezas diretamente proporcionais); " Com 20 não é criança" (1 aluno); "Pára aos 18" (1 aluno); "Depende" (14 alunos); "Ninguém sabe" (1 aluno); "Só Deus sabe" (1 aluno); "Não tem
resposta" (3 alunos); não responderam (32 alunos); "Não sei" (5 alunos).



Observamos que nesta questão 25% dos alunos responderam que a altura seria de 230 cm, aplicando o conceito de grandezas diretamente proporcionais. É interessante observar que o contexto, ou seja, a análise de que idade e altura não são grandezas proporcionais, até mesmo pelo resultado obtido (230 cm) que não é uma altura aceitável, não exerce influência na análise realizada pelos alunos. A cláusula implícita é que necessariamente deve-se realizar cálculos para chegar a uma resposta, ainda que esta resposta não represente algo provável ou real.




Análise da Questão 12:



"Uma embarcação leva 3 dias entre Le Havre e Nova Iorque. Quanto tempo levarão 3 embarcações para fazer esse percurso, se navegarem na mesma velocidade e partirem de Le Havre na mesma hora?"



As respostas e a freqüência das mesmas com algumas hipóteses sobre os erros cometidos foram: "2 dias" (1 aluno); "3 dias" (67 alunos) ; " 9 dias" (14 alunos, hipótese: utilizaram precipitadamente o conceito de grandezas proporcionais, pois se uma embarcação leva 3 dias, então 3 embarcações levaram 9 dias para chegar em Le Havre); "20 horas" (1 aluno); "36 horas" (1 aluno); "59 dias" (1 aluno); em branco (3 alunos); não responderam (7 alunos).



Portanto, nessa questão 67% utilizaram a lógica com os números que figuravam no enunciado e resolveram corretamente a questão.




Análise da Questão 13:



"Dois trabalhadores levaram 4 dias para cavar um poço. Quanto tempo levariam 4 trabalhadores para cavar um poço igual?"



As respostas e a freqüência das mesmas com algumas hipóteses sobre os erros cometidos foram: "1 dia" (14 alunos hipótese: são 4 dias e 4 trabalhadores e 4/4=1); "2 dias" (69 alunos calcularam utilizando o conceito de grandezas inversamente proporcionais); " 4 dias" (2 alunos, hipótese: considerando o tamanho do poço, poderia não caber os 4 funcionários dentro dele, portanto eles não poderiam trabalhar ao mesmo tempo); "16 dias" (1 aluno, hipótese: 4x4=16); "O dobro da velocidade" (1 aluno) ; n ão responderam (10 alunos).



Nessa questão 69% dos alunos responderam a questão utilizando o conceito de grandezas inversamente proporcionais para obter o resultado. Salientamos, no entanto, que não sabemos como este problema poderia ser resolvido na prática, pois, como justificado por alguns alunos, o aumento no número de funcionários não significaria, necessariamente, uma diminuição proporcional no tempo de execução da mesma tarefa. Discutimos, portanto, a validade de certos problemas matemáticos apresentados como "falsamente" proporcionais, simplificando por demais os exemplos que ocorrem no cotidiano.




Análise da Questão 14:



"O elevador de um edifício de 10 andares parte do térreo com 4 pessoas: 2 mulheres, 1 homem e 1 criança. Pára no 4º andar e aí sai 1 mulher e entram 3 homens. No 7º, saem 2 pessoas. Sabendo-se que houve apenas mais uma parada no 9º onde não desceu nenhuma criança e que o elevador chegou ao 10º andar com 11 pessoas, pergunta-se qual a idade do ascensorista?"



Este problema foi criado pelo Professor Doutor Benedito Antonio da Silva da PUC-SP, com o objetivo de realizar um teste comparativo ao Problema da Idade do Capitão, pois ele o propôs, em junho de 1998, no primeiro ano de um curso de Ciências Exatas para alunos com 18 anos de idade, faixa etária bem diferente da pesquisa por Chevallard. Analisando os resultados, o professor Benedito verificou que:



Dos 21 alunos, 10 operaram com os números do problema e apresentaram uma resposta, explicitando idade do ascensorista; 4 responderam que os dados apresentados não se relacionavam com a pergunta; 3 responderam que o ascensorista era a criança; 2 indicaram, pelas suas respostas, que perceberam a questão ("O elevador não tem ascensorista, porque o condomínio não tem dinheiro para pagar um" e "Não faço a mínima idéia") e 2 não responderam. (SILVA, 1999, p. 49-50).



Em nossa pesquisa, verificamos que as respostas e a freqüência das mesmas com algumas hipóteses sobre os erros cometidos foram: "4 anos" (1 aluno, hipótese: quatro é o primeiro algarismo que indica o número de pessoas no enunciado); " 11 anos" (4 alunos. hipótese: 11 é o número de pessoas que chegaram ao 10º andar); " 16 anos" (1 aluno ); "1 7 anos" (1 aluno) ; " 18 anos" (1 aluno) ; " 19 anos" (2 alunos) ; " 21 anos" (2 alunos, hipótese: operaram com os números presentes no enunciado, ou seja, 4+7+9+10); "22 anos" (2 alunos) ; " 25 anos" (4 alunos, hipótese: operaram com os números presentes no enunciado, ou seja, 4+2+1+1+1+3+2+11); " 35 anos" (1 alunos, hipótese: operou com os números presentes no
enunciado, ou seja, 10+4+2+1+1+1+3+2+11 ); " 42 anos" (1 aluno, hipótese: a própria idade do aluno da turma EJA); " 44 anos" (1 aluno); "45 anos" (1 aluno)(julgou como sendo uma idade ideal para um ascensorista); "47 anos" - (2 alunos, hipótese: a própria idade dos alunos da turma EJA ); " 54 anos" (1 aluno, hipótese: operou com os números presentes no enunciado, ou seja, 4+2+1+1+1+3+2+11+10+7+9+10); " 55 anos" (1 aluno ); " 61 anos" (7 alunos, h ipótese: somaram todos os números presentes no enunciado, ou seja, 4+2+1+1+1+3+2+11+10+7+9+10); " 100 anos" (1 aluno ); " 354 anos" (1 a luna que propositadamente respondeu as questões sem razão ou bom senso); " Um condutor de elevador não se chama ascensorista" (1 aluno); "Ascensorista não trabalha no elevador" (1 aluno); "Depende do Sol" (1 aluno); "O que é ascensorista?" (3 alunos); "Não tem
ascensorista" (19 alunos); "Não existe essa profissão" (4 alunos); "Não tem lógica" (1 aluno); "Não apareceu na pergunta" (1 aluno); não responderam (30 alunos); "Não sei" (4 alunos).



Podemos perceber que nessa questão 35% dos alunos utilizaram os números que figuravam no enunciado para responder a questão. Obtivemos, portanto, um resultado muito semelhante ao teste realizado pelo Professor Benedito com alunos do Ensino Superior.





6. CONCLUSÃO



Constatamos que o Contrato Didático pode ser um instrumento efetivo de análise da relação professor-aluno-saber, ao permitir a compreensão das atitudes e dos comportamentos dos atores didáticos. Diante do percebido, é possível uma reflexão sobre a ação, oportunizando que transformações possam ser efetuadas na travessia de um ensino tradicional para um que valorize a construção dos conhecimentos e não a simples transmissão de conteúdos sistematizados.



No nosso problema de pesquisa analisamos a reação dos alunos diante uma avaliação formulada com questões que normalmente os estudantes não se deparam, como por exemplo, questões que não possuem solução ou que possuem mais de uma solução. Conseguimos verificar a influência do contrato didático existente entre professores e alunos perante a quebra desse contrato.



O que ficou mais evidente durante a nossa pesquisa foi a quebra do contrato didático. Em todas as salas na qual foi aplicado o teste os alunos se questionavam o motivo do teste e porque não foram avisados com antecedência. As reações dos alunos podem ser resumidas como sendo indignação, medo e questionamentos sobre a validade do teste.



Essencialmente, o contrato didático é o conjunto das condições que determinam, quase sempre implicitamente, aquilo que cada um dos dois parceiros (professor e aluno) da relação didática tem a responsabilidade de gerenciar, e do que tem que prestar conta ao outro. Ele depende da estratégia de ensino adotada, adaptando-se a diferentes contextos. No nosso caso optamos ema analisar a quebra desse contrato, obtivemos sucesso. Em geral os alunos encontram muita dificuldade em se adaptar a uma mudança de contrato. È certo que a renovação e a renegociação, bem como a transgressão do mesmo, dependem não só do tipo de trabalho como também do meio onde se dá a prática pedagógica. Assim quando o aluno se depara com uma
situação diferente, na qual fogem de seu cotidiano, os alunos ficam apreensivos, com medo e surgem uma série de indagações. Observando essa quebra de contrato, verificamos que os resultados confirmam as outras pesquisas realizadas.



Também verificamos, através deste trabalho, a Importância do Erro e da Correção. É importante que o professor trabalhe com o erro de uma forma minuciosa, transformando-o em recurso pedagógico, identificando assim diversas formas de raciocínio. Porém, a correção do erro requer alguns cuidados, pois é preciso observar sempre o raciocínio do aluno, pois corrigir na maioria das vezes pode significar punir.



O erro não é mais uma falha que se deve evitar a qualquer preço. Ele pode contribuir para a construção do conhecimento. Entretanto, convém notar que existem muitos tipos de erros e que nem todos são necessariamente, construtivos do conhecimento.



Fazendo uma comparação entre as salas podemos concluir que apesar de terem idades diferentes, respostas e dúvidas que surgiram no decorrer da aplicação do teste foram semelhantes. Ficou evidente ao iniciar a prova que os alunos tinham a necessidade de uma resposta, onde acreditavam que o professor tinha conhecimento. Muitos alunos erraram as questões, pois foram treinados para aplicar formulas e talvez a maioria deles nunca vivenciaram algo diferente, onde um problema matemático, não possa existir solução. Dentro dessa pesquisa , ficou evidenciado também a falta de confiança entre si, onde alguns alunos até perceberam que o problema não tinha
como ser revolvido, mas mesmo, assim não teve coragem de arriscar. Pois no seu conceito matemático sempre tem que existir uma resposta.



Lembrando que esta pesquisa está inserida dentro de um projeto de estágio supervisionado, pudemos refletir que para podermos exercer uma prática pedagógica mais efetiva num universo (sala de aula) de constantes transformações, fortemente influenciado por fatores externos, tais como as novas tecnologias de informação e comunicação, se faz necessário a busca pela constante atualização profissional. O ensino deve estar voltado para a realidade do aluno, despertando seu interesse, levando-o a (re)construir significados, e a assumir uma postura mais autônoma, crítica e reflexiva diante do contexto em que
vive. Por isso, esta pesquisa teve uma importância fundamental para nós, pois conseguimos ver como é a reação dos alunos perante a quebra do contrato, também presenciamos essa quebra do contrato como alunas, contribuindo bastante para a conclusã o do nosso trabalho e de nossa futura prática profissional como professores de Matemática.






7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS




BOGDAN, R.; BIKLEN, S. K. Qualitative Reserch for Education: an introduction for to theory and methods. Boston: Allyn and Bacon, 1982.



BOOTH,W. G.;COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. M. A arte da Pesquisa . São Paulo: Martins Fontes, 2000.



D'AMORE, Bruno. Epistemologia e didática da Matemática . São Paulo: Escrituras Editora, 2005. (Capítulo "O contrato didático" p.70-80).



GOODE, W.; HATT, P. K. Métodos em pesquisa social . São Paulo: Nacional, 1968.



LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: Abordagens qualitativas . São Paulo: EPU, 1986.



PAIS, Luiz Carlos. Didática da Matemática: uma análise da influência francesa . Belo Horizonte: Autêntica: 2002. (Capítulo "Jogo pedagógico ou o contrato didático" p. 77-87).



SILVA, Benedito Antonio da. Contrato Didático . In: MACHADO, Silvia Dias Alcântara et. al. Educação Matemática: uma introdução. São Paulo: EDUC (PUC-SP), 1999.

























ANEXO



· Teste que foi aplicado para os alunos:




1) Alguns meses têm 30 dias, outros 31, quantos meses tem 28 dias?




2) Se um médico receita três pílulas e pede para você tomar uma pílula a cada meia hora, em quanto tempo você terá tomado todas as pílulas?




3) Eu fui para a cama às 8 da noite. Dei corda no despertador e coloquei o alarme para despertar às 9 da manhã. Quantas horas de sono eu tive antes de ser despertador pelo alarme?




4) Divida 30 por meio e adicione 10. Quanto você achou?




5) Um fazendeiro tinha 17 ovelhas. Todas menos 9 morreram. Quantas ovelhas vivas ficaram?




6) Se você tem um fósforo e entra num quarto FRIO e ESCURO, que tem um aquecedor a óleo, uma lâmpada a querosene e uma vela , qual você acende primeiro?




7) Pegue 2 de 3 maças. Quantas maças você tem agora?




8) Segundo a bíblia, quantos animais de cada espécie Moisés levou com ele na Arca? (Atenção! É de cada espécie!).




9) Se você dirigiu um ônibus com 43 pessoas a bordo de São Paulo, parou em Campinas pra pegar 7 pessoas e deixar 5 passageiros e parou em Araraquara pra deixar 8 passageiros e pegar 4 a mais, e , finalmente, chegar a São José do Rio Preto 8 horas depois, qual o nome do motorista?




10) Num navio há 26 carneiros e 10 cabras. Qual é a idade do capitão?




11) Uma criança tinha 115 cm de altura quando tinha 10 anos. Qual será sua altura quando tiver 20 anos?




12) Uma embarcação leva 3 dias entre Lê Havre e Nova Iorque. Quanto tempo levarão 3 embarcações para fazer esse percurso, se navegarem na mesma velocidade e partirem de Lê Havre na mesma hora?




13) Dois trabalhadores levaram 4 dias para cavar um poço. Quanto tempo levariam 4 trabalhadores para cavar um poço igual?




14) O elevador de um edifício de 10 andares parte do terreo com 4 pessoas: 2 mulheres, 1 homem e 1 criança. Pára no 4º andar e aí sai 1 mulher e entram 3 homens. No 7º, saem 2 pessoas. Sabendo-se que houve apenas mais uma parada no 9º onde não desceu nenhuma criança e que o elevador chegou ao 10º andar com 11 pessoas, pergunta-se qual a idade do ascensorista?

12 de abril de 2011

O DIÁRIO DE ANNE FRANK


O DIÁRIO DE ANNE FRANK
Resumo do livro O DIÁRIO DE ANNE FRANK

Publicado originalmente em 1947, "O Diário de Anne Frank" já foi lido por milhões de pessoas em todo o mundo. Esta edição, porém, traz pela primeira vez a íntegra dos escritos de Anne, com todos os trechos e anotações que o pai da menina cortou para lançar a versão conhecida do livro.

É comovente descobrir que, no contexto tenebroso do nazismo e da guerra, ela viveu problemas e conflitos de uma adolescente de qualquer tempo e lugar. Neste volume, o leitor acompanha o desabrochar da sexualidade de Anne, surpreende-se com a relação conflituosa que a jovem tinha com a mãe e se emociona com sua admiração sem reservas pelo pai.


Anne registrou admiravelmente a catástrofe que foi a Segunda Guerra Mundial. Seu diário está sempre entre os documentos mais duradouros produzidos neste século, mas é também uma narrativa terna e incomparável, que revela a força indestrutível do espírito humano.





Sinopse
Holanda, 1942. Anne Frank (Millie Perkins) vive no sótão secreto de um estabelecimento comercial, juntamente com seus pais, Otto (Joseph Schildkraut) e Edith (Gusti Huber), e sua irmã Margot (Diane Baker). Além deles vive no local uma outra família judia, composta por Hans Van Daan (Lou Jacobi), Petronella Van Daan (Shelley Winters), Peter Van Daan (Richard Beymer) e Albert Dussell (Ed Wynn), um idoso dentista. Anne Frank, uma jovem de 13 anos, documenta sua vida enquanto se esconde da Gestapo da Holanda. Este refúgio foi providenciado por Kraler (Douglas Spencer) e Miep (Dodie Heath), bondosos proprietários de lojas. Por dois anos eles ficam escondidos, vivendo sempre na apreensão de saberem que podem ser traídos ou descobertos a qualquer momento e mandados para um campo de concentração. Apesar disto eles sonham com dias melhores, ao mesmo tempo em que Peter e Anne se apaixonam.




Título original: (The Diary of Anne Frank)

Lançamento: 1959 (EUA)

Direção: George Stevens

Atores: Millie Perkins, Joseph Schildkraut, Shelley Winters, Richard Beymer.

Duração: 180 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado



Meu nome é Marileide, nasci em1998. Tenho 12 anos e gosto de brincar de pega-pega,de esconde-esconde e de passar anel com meus irmãos. Eu gosto da educação física. Gosto da minha amiga Luana, Daniela, Juliana, David e do Douglas. Gosto da minha querida professora Vanessa, Cristiane e de todos os professores, principalmente do professor de informática, . Eu quero ser uma veterinária e dar um futuro melhor para meus pais.


Eu me chamo Maicon Douglas. Tenho uma família muito legal, porque tudo que quero eles compram para mim. E são bons com meus amigos. Eu tenho muito orgulho da minha família e dos meus irmãos porque não faz muito tempo que eu conheço meus irmãos. Eu morava no Paraná, fui criado por minha avó e então eu vim morar com minha mãe, de quem gosto muito.


O meu passado

Meu nome é Juliana e eu falo sobre o meu passado por que muita coisa legal aconteceu. Na minha infância aconteceu muita coisa boa, tinha muita coisa para se falar sobre tudo. Agora que eu sou adolescente é uma sensação fora do normal, mas agora eu tenho amigos chatos e amigas legais. Eu tenho um pai e uma mãe e eles são tudo para mim. Eu daria a minha vida por eles. Eu quero ser modelo ter uma moto e um carro e ter o meu primo pertinho de min. ESSA É A MINHA VIDA!
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Eu, kleiton, nasci em Blumenau em 1999. Quando eu vim para minha família eu tinha avô, avó, tio, tia, irmã, prima, primo. Quando eu fui pela primeira vez à escola, eu tinha 6 anos e eu fiquei 6 anos nessa escola. Eu saí só uma vez, mas voltei e agora eu estou no 6o ano e quando eu fiz amigos eu estava no pré e eles também. Eles se tornaram os meus melhores amigos e as brincadeiras que nós mais brincávamos eram PS2, bicicleta. No futuro eu ainda não sei o que eu quero ser. Mas um dia eu vou descobrir o que eu vou ser.

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MEU FUTURO

MEU NOME É FABIANE TENHO 11 ANOS DE IDADE. NASCI EM PONTA GROSSA , EM 1999 NO DIA 4/12. MINHA FAMÍLIA É BEM EXTROVERTIDA, MAS EU SÓ PENSO EM ESTUDAR. GOSTO DE VIR PARA ESCOLA. GOSTO DE TODAS AS MATÉRIAS, MAS ESTÁ DIFÍCIL APRENDER COM ALGUNS ALUNOS DA SALA. GOSTO DE MEUS AMIGOS E AMIGAS, DE ME DIVERTIR BASTANTE EM FESTAS DE ANIVERSÁRIO.
O MEU FUTURO VAI SER MUITO BOM PORQUE VOU MORAR COM MINHA, MÃE, IRMÃO E PADRASTO. UM DIA VOU NO SHOW DO JUSTIN BIBER, VOU LEVAR MINHA FAMÍLIA E VAMOS FICAR MUITO FELIZ.




Eu me chamo Priscila, nasci no dia 26 de junho de 1999 em Blumenau. Eu nasci no hospital Santo Antônio, às 13 horas. Eu tenho uma família maravilhosa. Eu tenho mais cinco irmãos, mas mesmo assim eu tenho tudo o que eu quero. Minha vida é muito legal.
Quando eu comecei ir para a escola eu paguei um “mico” porque eu nunca tinha ido à escola. Eu fui ao banheiro sem pedir para a professora. Mas agora, eu sei que tem que pedir para a professora para sair da sala.
Quando eu crescer, eu quero estudar para ter um emprego bom para eu poder comprar um carro bem bonito. Quero dar aos meus pais o dobro do que minha mãe e meu pai me dão hoje.




Minha Autobiografia


Meu nome é Stefanie, eu nasci no ano de 2000. Tenho 11 anos de idade ,meu apelido é Teté. Tenho uma irmã por parte de pai .Eu não tenho padrasto e nem madrasta Estudo na Escola
Básica Municipal Pastor Faulhaber.Nasci na cidade de Blumenau. Tenho amigas muito especiais e ela se chamam Luana Ramalho e Cynthia Valle Nardes. Adoro mexer no meu computador !!!
Quando crescer quero ser advogada.






Minha autobiografia

Meu nome é Luana, nasci no ano de 2000, d ia 22/02, minha mãe se chama Tânia, está sempre presente todos os dias comigo.
Um dia depois do meu aniversário, eu estava vendo TV na sala, de repente eu saí da sala e fui pra sala de costura da minha vó. Sem minha vó ver, eu enfiei meu dedo em uma das máquinas em que minha vó estava costurando. De repente começou a sair sangue, minha vó saiu correndo para o hospital, mas no final saiu tudo bem.
Meu primeiro dia na escola foi bem divertido. A turma era de quatro alunos. Minhas amigas são bem engraçadas, e todas elas adoram andar comigo no recreio.
Espero que daqui a alguns anos eu esteja em Londres dançando e fazendo cursos. Agora estou fazendo balé três vezes por semana, terça, quinta e sexta-feira. Comecei fazendo balé com 7 anos na Fundação Cultural. Em 2008 fui para o Teatro Carlos Gomes. Hoje, faço balé com mais três meninas, minha professora se chama Jeane, que me dá aula até agora.

11 de abril de 2011

"Aprender é cada vez menos memorizar conhecimentos e cada vez mais preparar-se para os saber encontrar, avaliar e utilizar. A capacidade de actualização passa a ser uma ferramenta essencial para o indivíduo que quer sobreviver numa sociedade de verdades relativas e efémeras. Neste contexto a Biblioteca Escolar é central no processo educativo."
in CALIXTO, José- A Biblioteca Escolar e a Sociedade de Informação, Lisboa: Editorial Caminho, 1996, p.86 (Caminho da Educação nº 2).
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Proler realiza Circuito de Literatura Nacional

A Fundação Cultural de Blumenau, através da Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller e do Comitê Regional do Proler (Programa Nacional de Incentivo à Leitura), apresenta o Circuito de Literatura Nacional, em homenagem ao Dia Nacional do Livro Infantil e também ao Dia de Monteiro Lobato, 18 de abril. A programação envolve atividades de leitura e promoção da literatura em diversas instituições e cidades onde os integrantes do Proler atuam. Também integram a programação, exposições, palestras e exibições de filmes. A meta é promover a leitura e as bibliotecas, contribuindo com a formação de leitores.

O mês de abril é marcado por datas que envolvem o livro infantil. Dia 2 foi o Dia Internacional do Livro Infantil e Juvenil, em homenagem a Hans Christian Andersen.

A programação em Blumenau

Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller/Fundação Cultural de Blumenau
Nome da Atividade: Circuito de Literatura Nacional - Leitura e Contação de Histórias
Data: 18, 19 e 20 de abril
Local: Biblioteca Municipal Fritz Müller, varanda do Museu da Família Colonial, Horto e Pátio da Fundação Cultural
Horário: das 8h30 às 10h30 e das 14 às 16h
Contato: 3326 6787, com Sandra e Verena - biblioteca@fcblu.com.br
Realização: Fundação Cultural de Blumenau e Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller, em parceria com o Proler
Os personagens de Monteiro Lobato vão receber as crianças para leitura e contação de histórias de escritores brasileiros. A Emília, Tia Nastácia, Dona Benta, Visconde de Sabugosa e Narizinho, virão do Sítio do Picapau Amarelo, especialmente para recebê-las. Há indícios de que o Saci e a Cuca poderão estar presentes, mas isso pode não acontecer, para maior tranquilidade do evento, brincam as organizadoras. As participações são gratuitas e devem ser agendadas.

Nome da Atividade: Exposição Monteiro Lobato e o Sítio do Picapau Amarelo
Data: de 4 a 30 de abril
Local: Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller
Horário: 8h às 17h30 (segunda a sexta-feira) e das 8 às 12h (sábados)
Contato: 3326 6787, com Sandra e Verena - biblioteca@fcblu.com.br
Realização: Fundação Cultural de Blumenau e Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller, em parceria com o Proler
A exposição mostra um pouco da vida de Monteiro Lobato e dos personagens do Sítio do Picapau Amarelo. A mostra é gratuita e aberta ao público para visitação, na Alameda Duque de Caxias, 64, centro.

Fundação Cultural de Blumenau

Nome da Atividade: CineMãe
Data: 14 de abril - sessão de cinema para mães e seus bebês
Local: Cine Teatro Edith Gaertner
Horário: das 15 às 17h30
Contato: cinemae.fcb@gmail.com e 3326 6990 - Gláucia
Realização: Fundação Cultural de Blumenau, com apoio do Proler
Neste mês de abril o CineMãe integra o Circuito de Literatura Nacional, através da exibição de um filme adaptado de uma consagrada obra literária. Os pais, antecipadamente, pela internet, escolhem, dentre os indicados, o filme que será exibido. A escolha acontece de 6 a 12 de abril, por meio de enquete, na página do programa www.cinemae.libertar.org . Filmes indicados para esta sessão: O Mágico de Oz (1939), Um Sonho de Liberdade (1994) e 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968). O resultado do filme mais votado é um elemento surpresa, revelado apenas no momento da exibição. Após as sessões as mães, seus bebês e acompanhantes, são acolhidos com um Café com Prosa. As sessões do CineMãe são gratuitas.

EBM Fernando Osterman

Nome da Atividade: Contação de Histórias (Grupo Fatum)
Data: 7 de abril
Local: Pátio coberto da Escola
Horário: 14h
Contato: 3322 9680 com Vera, Silvia ou Márcia.
Realização: EBM Fernando Osterman, com apoio do Proler
A meta é oportunizar o contato com a literatura de Monteiro Lobato, visando despertar o gosto e o interesse pelas suas obras e pela leitura, através de histórias contadas.

Nome da Atividade: Leitura e Contação de Histórias
Data: 1◦ a 30 de abril
Local: Biblioteca da escola
Horário: das 7h30 às 11h45 e das 13 às 17h15 (conforme agendamento na Biblioteca)
Contato: 3322 9680 com Vera, Silvia ou Márcia
Realização: EBM Fernando Osterman, com apoio do Proler
Leitura e contação de histórias de diversos autores brasileiros, promovendo o interesse pela leitura e literatura.

Nome da Atividade: Exposição de Figuras de Escritores Brasileiros
Data: 1◦ a 30 de abril
Local: murais externos da escola
Matutino e vespertino
Contato: 3322 9680 com Vera, Silvia ou Márcia
Realização: EBM Fernando Osterman, com apoio do Proler
Após as atividades de incentivo à leitura haverá pesquisa de imagens dos autores brasileiros e um trabalho manual com os alunos, para ser exposto pela Escola. O objetivo é promover o conhecimento das biografias dos autores brasileiros e confecção de caricaturas - um trabalho integrado com a disciplina de artes, com posterior exposição nos murais à comunidade escolar.

EBM Alberto Stein

Nome da Atividade: Movimento literário: histórias e memórias
Data: 18, 19 e 20 de abril
Local: salas de aula da escola
Matutino, vespertino e noturno (em horários variados)
Contato: 3325 1424 com Luciana - Adriana - Lucimara - Fridolino e Aroraima ebm_albertostein@blumenau.sc.gov.br
Histórias serão ofertadas durante o dia aos alunos da escola e à noite aos pais, mães, avós e demais adultos da comunidade, que gostem de ouvir histórias. A atividade, além de promover a leitura na comunidade escolar, busca aproximar a família da escola e especialmente da leitura.

EBM Francisco Lanser

Nome da Atividade: Movimento Literário
Data: 27 de abril
Local: salas de aula da escola
Horário: 8h e 14h
Contato: ebm_franciscolanser@blumenau.sc.gov.br 3339 1670 com agentes de biblioteca: Jeane ou Maria.
Realização: Professores, coordenadores e agentes de biblioteca da EBM Francisco Lanser, com apoio do Proler.
O Movimento Literário acontece mensalmente na instituição; exclusivamente neste mês de abril realiza leituras literárias de autores brasileiros, mediadas pelo corpo docente, realizando também uma breve leitura biográfica do autor da obra. Previamente é definida a data e aula em que a escola como um todo estará mobilizada para ouvir textos literários. Ora os professores realizam este movimento, ora os próprios alunos, que definem a sala e a turma para a qual vão ofertar a leitura gratuita.

EBM Gustavo Richard

Nome da Atividade: O sítio vai à escola
Data: 15 de abril
Local de realização: Biblioteca da EBM Gustavo Richard
Horário: das 8 às 11h e das 14 às 17h
Contato: ebm.gustavorichard@gmail.com e 3323 4480 com Vânia, Patrícia ou Angeli
Realização: Biblioteca da EBM Gustavo Richard, em parceria com os alunos das 6ª, 7ª e 8ª séries que frequentam as oficinas de leitura e contação oferecidas pela biblioteca da escola (coordenação da ação: professora Angeli Jacinto), com apoio do Proler. Objetiva lembrar o escritor Monteiro Lobato, tão importante na história da literatura nacional, usando como referência a mais popular das histórias de Lobato: O sítio do picapau amarelo. Foi organizado um circuito com seis estações, em cada uma um aluno está caracterizado com um dos personagens do sitio: a Emília, Visconde de Sabugosa, Narizinho e Pedrinho, Tia Nastácia e Dona Benta contarão histórias do sitio e de autores nacionais.

Nome da Atividade: Parada Literária
Data: um dia por semana
Local de realização: todas as escolas
Horário: tempo de uma aula por semana, em dias e horários alternados
Contato: ebm.gustavorichard@gmail.com e 3323 4480 com Vânia, Patrícia ou Angeli
Realização: professora Angeli, juntamente com a coordenação da escola e apoio do Proler
O movimento surgiu da necessidade de aproximar os alunos do livro e da leitura, objetivando criar no aluno o hábito de parar em algum momento do seu dia para ler. No momento em que acontece a Parada Literária, toda a escola interrompe duas atividades e dedica-se à leitura (desde os serventes até a equipe administrativa). O trabalho teve inicio em março de 2011, e já é possível perceber o envolvimento cada vez maior dos alunos por livros que começaram a ler durante a atividade.

Em Pomerode

Nome da atividade: 7ª Feira Municipal do Livro
Data: 9 de abril
Local: Praça Jorge Lacerda
Horário: Das 8h às 17h
Contato: biblioteca@pomerode.sc.gov.br (47) 3387 7225, com a bibliotecária Viviane
Realização: Prefeitura Municipal de Pomerode/Secretarias de Educação, Turismo e Cultura/Biblioteca Pública, em parceria com o Proler
A meta é estimular o hábito da leitura entre as crianças, jovens e adultos. Exposição de editoras - com venda de livros, além de apresentações culturais, atividades de leitura, brinquedos e sorteio de livros.

Em Brusque

Nome da Atividade: 1ª Semana da Literatura infantil
Data: de 14 a 20 de abril
Local: em toda a rede municipal de ensino de Brusque
Horário: período escolar
Contato: bibliotecaescolar@brusque.sc.gov.br
Realização: Secretaria Municipal de Educação de Brusque, com apoio do Proler
O evento tem por objetivo fomentar o gosto pela leitura. As ações acontecem em todas as unidades educacionais da rede municipal de ensino e também na Arca das Letras.

Em Gaspar

Nome da atividade: Histórias de Monteiro Lobato
Data: 18,19 e 20 de abril
Local de realização: Biblioteca Pública Municipal Dom Daniel Hostin
Horário: 9h e 14 h
Contato: prollerbiblioteca@gaspar.sc.go.br (47) 3332 5156 com Lúcia
Realização: Biblioteca Pública Municipal Dom Daniel Hostin, Grupo Amigos da Leitura e Proler
São momentos de leitura de textos de Lobato, para alunos da rede pública, particular e EJA. A leitura é feita por integrantes do Grupo Amigos da Leitura, objetivando provocar o desejo de ler e apreciar a obra de Monteiro Lobato.

Em Indaial

Nome da atividade: Movimento Literário em homenagem a Monteiro Lobato.
Data: de 25 a 29 de abril
Local: Escola Básica Professor Mário Bonessi
Horário: matutino e vespertino
Contato: ebmmariobonessi@yahoo.com.br (47) 3333 2003 - Enair Bugmann.
Realização: Secretaria Municipal de Educação de Indaial, Escola Básica Professor Mário Bonessi, em parceria com o Proler.
Dia 25 haverá a contação de histórias no bosque; dia 26 os alunos visitarão o túnel do tempo do Sítio do Picapau Amarelo e assistirão vídeos sobre Monteiro Lobato; o dia 27 será especialmente dedicado para os professores, com formadores que trabalharão a importância da contação de histórias na escola; dia 28 haverá o Crazy Day , um dia dedicado à literatura e cultura inglesa; e dia 29 termina o evento, com a visitação das tendas temáticas dos principais personagens de Monteiro Lobato. Acontecerão apresentações de teatro, paródias, fantoches, documentários e filmes elaborados pelos alunos sobre a vida de Monteiro Lobato.

Em Timbó

Nome da atividade: Histórias Brasileiras
Data: 18 de abril
Local: Cetisa
Horário: 8h e 14h
Contato: nice@cetisa.com.br 47 3382 4155 com Nice
Realização: Coordenação da professora de Literatura: Gilmara, com auxílio da direção e professores do Cetisa, e apoio do Proler
No dia 18 de abril personagens do Sítio do Picapau Amarelo visitarão o Cetisa. Chegarão de carroça, para retribuir as gentis cartas mandadas durante o mês de abril pelos alunos, aos moradores do Sítio. Os personagens, em espaços temáticos, vão ler ou contar histórias de escritores brasileiros. Por fim, Tia Nastácia faz a despedida, entregando deliciosos bolinhos de chuva aos participantes do circuito. Participação de crianças do maternal à 8ª. série.

Nome da atividade: Palestra - recital: Lobato - o Andersen brasileiro
Data: 18 de abril
Local: Hotel Timbó Park, Rua Blumenau, 141.
Horário: 19h
Contato: fatumcontadoresdehistorias@gmail.com 47 9914 8593 ou 8803 4814 com Gilmara ou Shirlei
Realização: Fatum - Contadores de Histórias
Investimento: R$ 5
A palestra-recital Lobato - o Andersen brasileiro traz um debate sobre a fascinante obra e vida do escritor considerado o "pai da literatura infantil" do nosso país. Nascido no dia 18 de abril de 1882, Monteiro Lobato ambientou a maior parte de suas histórias no Sítio do Picapau Amarelo que será lembrado com a presença dos principais personagens em um clima saudoso da vida no sítio. A palestra comemora o Dia Nacional do Livro Infantil, data escolhida por ocasião do nascimento de Monteiro Lobato e também oficializa o início das atividades do Fatum - contadores de histórias - com os professores Cleber Fabiano da Silva e Gilmara Mendes Goulart, com apoio do Proler.

Nome da atividade: Bell e Lobato: um encontro bem brasileiro
Local: Casa do Poeta Lindolf Bell
Horário: 9h e15h
Contato: graoeventos@lindolfbell.com.br 47 3399 2074 com Alice ou Sibele
Realização: Grupo Uni Duni Tê - Contadores de Histórias e Oficina de Leitura, Escrita e Contação de Histórias, ambos da Fundação Cultural de Timbó, com apoio do Proler
A ação Bell e Lobato: um encontro bem brasileiro busca uma apresentação poética de boas histórias e poesias brasileiras. Alguns personagens do Sítio do Picapau Amarelo comandarão este circuito de histórias pela casa e aproveitarão o espaço externo para fazer algumas intervenções literárias alusivas ao Dia Nacional do Livro. O movimento está sob a coordenação da professora Gilmara e equipe da Casa do Poeta - Fundação Cultural, com apoio do Proler

Sobre Monteiro Lobato

Monteiro Lobato foi uma criança diferente dos outros garotos de sua geração. A cara enfiada nos livros e os olhos brilhantes a enxergar para muito além da janela do quarto, denunciavam uma mente inquieta e fértil imaginação. Seu espaço preferido era a Biblioteca do Visconde, da Rua XV de Novembro, em Taubaté, onde passava horas se aventurando nos clássicos da literatura. Lobato reaviva suas lembranças dos tempos de menino, repletas de cenas da roça onde passou a infância. Militante da causa do progresso, ele percebeu que só através dos jovens seria possível apressar a modificação do mundo. No cenário do sítio da Dona Benta, fazia transcorrer o Brasil dos seus sonhos. E o fez opondo-se ao conceito de que crianças eram adultos reduzidos em idade e estatura. "A criança é um ser onde a imaginação predomina em absoluto", defendia. "O meio de interessá-la é falar-lhe à imaginação". "Escrever para crianças! - exclamou em resposta a um repórter - é admirável...". Captando a lógica e a estrutura do pensamento infantil, Lobato não falava para elas, mas como e no lugar delas. De 1920 a 1947 lançou 22 títulos que até hoje continuam sendo editados pela Editora Brasiliense.
Fonte: Sandra Cristina da Silva, coordenadora do Proler (3326 6787 e 9923 4720)
Assessora de Comunicação: Marilí Martendal (3326 8124 e 9943 0235).

Proler realiza Circuito de Literatura Nacional

A Fundação Cultural de Blumenau, através da Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller e do Comitê Regional do Proler (Programa Nacional de Incentivo à Leitura), apresenta o Circuito de Literatura Nacional, em homenagem ao Dia Nacional do Livro Infantil e também ao Dia de Monteiro Lobato, 18 de abril. A programação envolve atividades de leitura e promoção da literatura em diversas instituições e cidades onde os integrantes do Proler atuam. Também integram a programação, exposições, palestras e exibições de filmes. A meta é promover a leitura e as bibliotecas, contribuindo com a formação de leitores.

O mês de abril é marcado por datas que envolvem o livro infantil. Dia 2 foi o Dia Internacional do Livro Infantil e Juvenil, em homenagem a Hans Christian Andersen.

A programação em Blumenau

Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller/Fundação Cultural de Blumenau
Nome da Atividade: Circuito de Literatura Nacional - Leitura e Contação de Histórias
Data: 18, 19 e 20 de abril
Local: Biblioteca Municipal Fritz Müller, varanda do Museu da Família Colonial, Horto e Pátio da Fundação Cultural
Horário: das 8h30 às 10h30 e das 14 às 16h
Contato: 3326 6787, com Sandra e Verena - biblioteca@fcblu.com.br
Realização: Fundação Cultural de Blumenau e Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller, em parceria com o Proler
Os personagens de Monteiro Lobato vão receber as crianças para leitura e contação de histórias de escritores brasileiros. A Emília, Tia Nastácia, Dona Benta, Visconde de Sabugosa e Narizinho, virão do Sítio do Picapau Amarelo, especialmente para recebê-las. Há indícios de que o Saci e a Cuca poderão estar presentes, mas isso pode não acontecer, para maior tranquilidade do evento, brincam as organizadoras. As participações são gratuitas e devem ser agendadas.

Nome da Atividade: Exposição Monteiro Lobato e o Sítio do Picapau Amarelo
Data: de 4 a 30 de abril
Local: Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller
Horário: 8h às 17h30 (segunda a sexta-feira) e das 8 às 12h (sábados)
Contato: 3326 6787, com Sandra e Verena - biblioteca@fcblu.com.br
Realização: Fundação Cultural de Blumenau e Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller, em parceria com o Proler
A exposição mostra um pouco da vida de Monteiro Lobato e dos personagens do Sítio do Picapau Amarelo. A mostra é gratuita e aberta ao público para visitação, na Alameda Duque de Caxias, 64, centro.

Fundação Cultural de Blumenau

Nome da Atividade: CineMãe
Data: 14 de abril - sessão de cinema para mães e seus bebês
Local: Cine Teatro Edith Gaertner
Horário: das 15 às 17h30
Contato: cinemae.fcb@gmail.com e 3326 6990 - Gláucia
Realização: Fundação Cultural de Blumenau, com apoio do Proler
Neste mês de abril o CineMãe integra o Circuito de Literatura Nacional, através da exibição de um filme adaptado de uma consagrada obra literária. Os pais, antecipadamente, pela internet, escolhem, dentre os indicados, o filme que será exibido. A escolha acontece de 6 a 12 de abril, por meio de enquete, na página do programa www.cinemae.libertar.org . Filmes indicados para esta sessão: O Mágico de Oz (1939), Um Sonho de Liberdade (1994) e 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968). O resultado do filme mais votado é um elemento surpresa, revelado apenas no momento da exibição. Após as sessões as mães, seus bebês e acompanhantes, são acolhidos com um Café com Prosa. As sessões do CineMãe são gratuitas.

EBM Fernando Osterman

Nome da Atividade: Contação de Histórias (Grupo Fatum)
Data: 7 de abril
Local: Pátio coberto da Escola
Horário: 14h
Contato: 3322 9680 com Vera, Silvia ou Márcia.
Realização: EBM Fernando Osterman, com apoio do Proler
A meta é oportunizar o contato com a literatura de Monteiro Lobato, visando despertar o gosto e o interesse pelas suas obras e pela leitura, através de histórias contadas.

Nome da Atividade: Leitura e Contação de Histórias
Data: 1◦ a 30 de abril
Local: Biblioteca da escola
Horário: das 7h30 às 11h45 e das 13 às 17h15 (conforme agendamento na Biblioteca)
Contato: 3322 9680 com Vera, Silvia ou Márcia
Realização: EBM Fernando Osterman, com apoio do Proler
Leitura e contação de histórias de diversos autores brasileiros, promovendo o interesse pela leitura e literatura.

Nome da Atividade: Exposição de Figuras de Escritores Brasileiros
Data: 1◦ a 30 de abril
Local: murais externos da escola
Matutino e vespertino
Contato: 3322 9680 com Vera, Silvia ou Márcia
Realização: EBM Fernando Osterman, com apoio do Proler
Após as atividades de incentivo à leitura haverá pesquisa de imagens dos autores brasileiros e um trabalho manual com os alunos, para ser exposto pela Escola. O objetivo é promover o conhecimento das biografias dos autores brasileiros e confecção de caricaturas - um trabalho integrado com a disciplina de artes, com posterior exposição nos murais à comunidade escolar.

EBM Alberto Stein

Nome da Atividade: Movimento literário: histórias e memórias
Data: 18, 19 e 20 de abril
Local: salas de aula da escola
Matutino, vespertino e noturno (em horários variados)
Contato: 3325 1424 com Luciana - Adriana - Lucimara - Fridolino e Aroraima ebm_albertostein@blumenau.sc.gov.br
Histórias serão ofertadas durante o dia aos alunos da escola e à noite aos pais, mães, avós e demais adultos da comunidade, que gostem de ouvir histórias. A atividade, além de promover a leitura na comunidade escolar, busca aproximar a família da escola e especialmente da leitura.

EBM Francisco Lanser

Nome da Atividade: Movimento Literário
Data: 27 de abril
Local: salas de aula da escola
Horário: 8h e 14h
Contato: ebm_franciscolanser@blumenau.sc.gov.br 3339 1670 com agentes de biblioteca: Jeane ou Maria.
Realização: Professores, coordenadores e agentes de biblioteca da EBM Francisco Lanser, com apoio do Proler.
O Movimento Literário acontece mensalmente na instituição; exclusivamente neste mês de abril realiza leituras literárias de autores brasileiros, mediadas pelo corpo docente, realizando também uma breve leitura biográfica do autor da obra. Previamente é definida a data e aula em que a escola como um todo estará mobilizada para ouvir textos literários. Ora os professores realizam este movimento, ora os próprios alunos, que definem a sala e a turma para a qual vão ofertar a leitura gratuita.

EBM Gustavo Richard

Nome da Atividade: O sítio vai à escola
Data: 15 de abril
Local de realização: Biblioteca da EBM Gustavo Richard
Horário: das 8 às 11h e das 14 às 17h
Contato: ebm.gustavorichard@gmail.com e 3323 4480 com Vânia, Patrícia ou Angeli
Realização: Biblioteca da EBM Gustavo Richard, em parceria com os alunos das 6ª, 7ª e 8ª séries que frequentam as oficinas de leitura e contação oferecidas pela biblioteca da escola (coordenação da ação: professora Angeli Jacinto), com apoio do Proler. Objetiva lembrar o escritor Monteiro Lobato, tão importante na história da literatura nacional, usando como referência a mais popular das histórias de Lobato: O sítio do picapau amarelo. Foi organizado um circuito com seis estações, em cada uma um aluno está caracterizado com um dos personagens do sitio: a Emília, Visconde de Sabugosa, Narizinho e Pedrinho, Tia Nastácia e Dona Benta contarão histórias do sitio e de autores nacionais.

Nome da Atividade: Parada Literária
Data: um dia por semana
Local de realização: todas as escolas
Horário: tempo de uma aula por semana, em dias e horários alternados
Contato: ebm.gustavorichard@gmail.com e 3323 4480 com Vânia, Patrícia ou Angeli
Realização: professora Angeli, juntamente com a coordenação da escola e apoio do Proler
O movimento surgiu da necessidade de aproximar os alunos do livro e da leitura, objetivando criar no aluno o hábito de parar em algum momento do seu dia para ler. No momento em que acontece a Parada Literária, toda a escola interrompe duas atividades e dedica-se à leitura (desde os serventes até a equipe administrativa). O trabalho teve inicio em março de 2011, e já é possível perceber o envolvimento cada vez maior dos alunos por livros que começaram a ler durante a atividade.

Em Pomerode

Nome da atividade: 7ª Feira Municipal do Livro
Data: 9 de abril
Local: Praça Jorge Lacerda
Horário: Das 8h às 17h
Contato: biblioteca@pomerode.sc.gov.br (47) 3387 7225, com a bibliotecária Viviane
Realização: Prefeitura Municipal de Pomerode/Secretarias de Educação, Turismo e Cultura/Biblioteca Pública, em parceria com o Proler
A meta é estimular o hábito da leitura entre as crianças, jovens e adultos. Exposição de editoras - com venda de livros, além de apresentações culturais, atividades de leitura, brinquedos e sorteio de livros.

Em Brusque

Nome da Atividade: 1ª Semana da Literatura infantil
Data: de 14 a 20 de abril
Local: em toda a rede municipal de ensino de Brusque
Horário: período escolar
Contato: bibliotecaescolar@brusque.sc.gov.br
Realização: Secretaria Municipal de Educação de Brusque, com apoio do Proler
O evento tem por objetivo fomentar o gosto pela leitura. As ações acontecem em todas as unidades educacionais da rede municipal de ensino e também na Arca das Letras.

Em Gaspar

Nome da atividade: Histórias de Monteiro Lobato
Data: 18,19 e 20 de abril
Local de realização: Biblioteca Pública Municipal Dom Daniel Hostin
Horário: 9h e 14 h
Contato: prollerbiblioteca@gaspar.sc.go.br (47) 3332 5156 com Lúcia
Realização: Biblioteca Pública Municipal Dom Daniel Hostin, Grupo Amigos da Leitura e Proler
São momentos de leitura de textos de Lobato, para alunos da rede pública, particular e EJA. A leitura é feita por integrantes do Grupo Amigos da Leitura, objetivando provocar o desejo de ler e apreciar a obra de Monteiro Lobato.

Em Indaial

Nome da atividade: Movimento Literário em homenagem a Monteiro Lobato.
Data: de 25 a 29 de abril
Local: Escola Básica Professor Mário Bonessi
Horário: matutino e vespertino
Contato: ebmmariobonessi@yahoo.com.br (47) 3333 2003 - Enair Bugmann.
Realização: Secretaria Municipal de Educação de Indaial, Escola Básica Professor Mário Bonessi, em parceria com o Proler.
Dia 25 haverá a contação de histórias no bosque; dia 26 os alunos visitarão o túnel do tempo do Sítio do Picapau Amarelo e assistirão vídeos sobre Monteiro Lobato; o dia 27 será especialmente dedicado para os professores, com formadores que trabalharão a importância da contação de histórias na escola; dia 28 haverá o Crazy Day , um dia dedicado à literatura e cultura inglesa; e dia 29 termina o evento, com a visitação das tendas temáticas dos principais personagens de Monteiro Lobato. Acontecerão apresentações de teatro, paródias, fantoches, documentários e filmes elaborados pelos alunos sobre a vida de Monteiro Lobato.

Em Timbó

Nome da atividade: Histórias Brasileiras
Data: 18 de abril
Local: Cetisa
Horário: 8h e 14h
Contato: nice@cetisa.com.br 47 3382 4155 com Nice
Realização: Coordenação da professora de Literatura: Gilmara, com auxílio da direção e professores do Cetisa, e apoio do Proler
No dia 18 de abril personagens do Sítio do Picapau Amarelo visitarão o Cetisa. Chegarão de carroça, para retribuir as gentis cartas mandadas durante o mês de abril pelos alunos, aos moradores do Sítio. Os personagens, em espaços temáticos, vão ler ou contar histórias de escritores brasileiros. Por fim, Tia Nastácia faz a despedida, entregando deliciosos bolinhos de chuva aos participantes do circuito. Participação de crianças do maternal à 8ª. série.

Nome da atividade: Palestra - recital: Lobato - o Andersen brasileiro
Data: 18 de abril
Local: Hotel Timbó Park, Rua Blumenau, 141.
Horário: 19h
Contato: fatumcontadoresdehistorias@gmail.com 47 9914 8593 ou 8803 4814 com Gilmara ou Shirlei
Realização: Fatum - Contadores de Histórias
Investimento: R$ 5
A palestra-recital Lobato - o Andersen brasileiro traz um debate sobre a fascinante obra e vida do escritor considerado o "pai da literatura infantil" do nosso país. Nascido no dia 18 de abril de 1882, Monteiro Lobato ambientou a maior parte de suas histórias no Sítio do Picapau Amarelo que será lembrado com a presença dos principais personagens em um clima saudoso da vida no sítio. A palestra comemora o Dia Nacional do Livro Infantil, data escolhida por ocasião do nascimento de Monteiro Lobato e também oficializa o início das atividades do Fatum - contadores de histórias - com os professores Cleber Fabiano da Silva e Gilmara Mendes Goulart, com apoio do Proler.

Nome da atividade: Bell e Lobato: um encontro bem brasileiro
Local: Casa do Poeta Lindolf Bell
Horário: 9h e15h
Contato: graoeventos@lindolfbell.com.br 47 3399 2074 com Alice ou Sibele
Realização: Grupo Uni Duni Tê - Contadores de Histórias e Oficina de Leitura, Escrita e Contação de Histórias, ambos da Fundação Cultural de Timbó, com apoio do Proler
A ação Bell e Lobato: um encontro bem brasileiro busca uma apresentação poética de boas histórias e poesias brasileiras. Alguns personagens do Sítio do Picapau Amarelo comandarão este circuito de histórias pela casa e aproveitarão o espaço externo para fazer algumas intervenções literárias alusivas ao Dia Nacional do Livro. O movimento está sob a coordenação da professora Gilmara e equipe da Casa do Poeta - Fundação Cultural, com apoio do Proler

Sobre Monteiro Lobato

Monteiro Lobato foi uma criança diferente dos outros garotos de sua geração. A cara enfiada nos livros e os olhos brilhantes a enxergar para muito além da janela do quarto, denunciavam uma mente inquieta e fértil imaginação. Seu espaço preferido era a Biblioteca do Visconde, da Rua XV de Novembro, em Taubaté, onde passava horas se aventurando nos clássicos da literatura. Lobato reaviva suas lembranças dos tempos de menino, repletas de cenas da roça onde passou a infância. Militante da causa do progresso, ele percebeu que só através dos jovens seria possível apressar a modificação do mundo. No cenário do sítio da Dona Benta, fazia transcorrer o Brasil dos seus sonhos. E o fez opondo-se ao conceito de que crianças eram adultos reduzidos em idade e estatura. "A criança é um ser onde a imaginação predomina em absoluto", defendia. "O meio de interessá-la é falar-lhe à imaginação". "Escrever para crianças! - exclamou em resposta a um repórter - é admirável...". Captando a lógica e a estrutura do pensamento infantil, Lobato não falava para elas, mas como e no lugar delas. De 1920 a 1947 lançou 22 títulos que até hoje continuam sendo editados pela Editora Brasiliense.
Fonte: Sandra Cristina da Silva, coordenadora do Proler (3326 6787 e 9923 4720)
Assessora de Comunicação: Marilí Martendal (3326 8124 e 9943 0235).
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O ADULTO DEVE ANTES DE TUDO SER UM LEITOR, PARA DEPOIS SERVIR DE EXEMPLO AOS DEMAIS.
SEJA EM FAMÍLIA OU NA ESCOLA OU OUTRO LUGAR, SEMPRE É TEMPO DE LER.
OLHA SÓ O QUE HÁ DE MOTIVAÇÃO NESTAS FONTES:
7 excelentes razões para ler com as crianças
Ouvir ler em voz alta, ler em conjunto, conversar sobre livros, desenvolve a inteligência e a imaginação.

Os livros enriquecem o vocabulário e a linguagem.

As imagens, informações e ideias dos livros alargam o conhecimento do mundo.

Quem tem o hábito de ler conhece-se melhor a si próprio e compreende melhor os outros.

Ler em conjunto é divertido, reforça o prazer do convívio.

Os laços afectivos entre as crianças e os adultos que lhes lêem tornam-se mais fortes.

A leitura torna as crianças mais calmas, ajuda-as a ganhar autoconfiança e poder de decisão.
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5 conselhos às famílias Faça da leitura um momento agradável no dia-a-dia da sua família

1 - Incluir os livros no dia-a-dia das crianças

•À noite quando as crianças já estão na cama, leia-lhes antes de adormecerem. Os livros acalmam e dão serenidade.
•Aproveite alguns momentos de pausa ou de convívio para ler.
•O momento do banho pode incluir livros de plástico ou de borracha.
2 - Tornar a leitura uma actividade divertida

•As crianças pequenas gostam de descobrir as imagens e as histórias dos livros. E começam muito cedo a querer aprender a ler.
•Faça das imagens e das histórias dos livros uma espécie de brinquedos. As crianças adoram descobrir imagens, letras palavras e adoram ouvir ler histórias.
•Deixe a criança escolher o livro que quer ler consigo. Pode propor outros livros, mas não force. É importante que leia ou oiça ler com prazer.
3 - Guardar alguns minutos para ler

•Reserve sempre alguns minutos do dia para ler, observar e conversar sobre os livros que a criança aprecia.
•Torne os momentos de leitura alegres e carinhosos. O tempo passará a correr.
•As crianças pequenas não aguentam muito tempo, quando está cansada ou desinteressada, não se deve forçar. À medida que as crianças vão crescendo passam a gostar de ver livros e ouvir ler histórias durante mais tempo.
4 - Visitar as Bibliotecas

•No nosso país as bibliotecas públicas são muito acolhedoras e estão cheias de livros interessantes, para todas as idades. Visite a que fica mais perto da sua casa, ou do seu local de trabalho. O atendimento é muito agradável e o empréstimo é gratuito!
•Experimente ir com os seus filhos. Nas bibliotecas há sempre uma zona própria para crianças.
•As bibliotecas escolares também emprestam livros para as crianças lerem em casa. Encoraje os seus filhos a usar mais a biblioteca da escola.
•Requisite livros para ler em casa com os seus filhos. Vai ver que toda a família ficará cliente.
5 - Oferecer livros às crianças

•Habitue a criança a escolher um livro para dar aos amigos como presente.
•Visite livrarias, supermercados e feiras do livro e deixe a criança mexer nos livros expostos. Valorize o livro e a leitura oferecendo livros aos seus filhos.
•Convide-a a observar, folhear e escolher um ou alguns para levar para casa ou para oferecer.
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Como ler com as crianças Mostre a capa, mostre os livros e fale sobre as ilustrações.

Deixe a criança virar a página, se ela quiser.

Leia as frases e mostre-as com o dedo.

Torne a história viva, faça uma voz diferente para cada personagem e use mímica para contar a história.

Quando a criança começa a saber ler deixe-a ler palavras e frases.

Quando já sabe ler, distribua papéis e leia a par.

Faça perguntas e converse sobre a história, sobre as informações e sobre as imagens.
Verifique se está a compreender bem.

Deixe a criança comentar o livro, contar a história ou partes da história.

Se a criança não mostrar interesse não insista. Leia outra história ou leia a mesma história noutra altura.
Se a criança pedir, volte a ler a mesma história uma ou várias vezes. É frequente as crianças quererem ouvir muitas vezes uma história que lhes agrada.
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Sugestões para reforçar interesse pelos livros Faça perguntas divertidas sobre as imagens, sobre as situações observadas e sobre a história.

Faça jogos de descoberta e adivinhas para suscitar a atenção.

Ilustre passagens, desenhando ou pintando com as crianças.
Recorte figuras de jornais e revistas e fazer colagens colar para reconstituir cenas do livro.
Peça à criança que conte a história ou partes da história.
Faça versos e rimas sobre a história que encaixem em músicas conhecidas para poderem ser cantadas.
Dramatize cenas que reproduzam os momentos da história, distribuindo papéis.
Faça máscaras para apoiar a dramatização.
Use fantoches, ou silhuetas de teatro de sombras para dramatizar cenas que reproduzam os momentos da história.
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Tudo isso você encontra aqui:
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/lermaisemfamilia/sugestoes.php?idSugestao=6...........
As aventuras de Tom Sawyer
Tom Sawyer, um menino astuto, mora com sua tia Polly e vive uma série de aventuras com seu amigo Huck Finn. Eles presenciam um assassinato e provam a inocência de um homem injustamente acusado. São caçados por Injun Joe e encontram o tesouro que ele havia enterrado.
Autor: Mark Twain
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Pântano de sangue
Nesse livro, Miguel, Crânio, Calu, Magrí e Chumbinho envolvem-se com o crime organizado que está agindo no pantanal do Mato Grosso, liderado pelo misterioso Ente. Um enredo fascinante. Mais um trabalho para os Karas, o avesso dos coroas, o contrário dos caretas.
Autor: Pedro Bandeira
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As viagens de Gulliver
Em As Viagens de Gulliver, o jovem Gulliver embarca em um navio e conhece povos muito diferentes. Cada um dos reinos que ele conheceu tinha a si como sendo o centro do mundo, a ponto de não acreditar que algo tão diferente deles, como Gulliver demonstrava ser, pudesse existir. Assim, em cada novo local que chega, Gulliver ganha, de acordo com o lugar e seu povo, uma dimensão diferente: em um reino ele era um gigante, noutro uma miniatura, quase um brinquedo.
Referência:
SWIFT, Jonathan. As viagens de Gulliver. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2005. 438 p.
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Alice no país das maravilhas
Alice é uma menina muito curiosa e esperta que vê um coelho correndo com um relógio na mão e, decide segui-lo. Quando entra na toca do coelho, a menina cai, cai e cai... Até chegar ao País das Maravilhas, onde tudo pode acontecer, e, realmente acontece. Personagens carismáticos e diferentes, além de situações absurdas, fazem de Alice no país das maravilhas um dos mais estranhos e fascinantes livro para crianças, e um clássico da Literatura Universal.
Referência:
CARROLL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Porto Alegre: L&PM, 2007.
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As aventuras de Simbad, o marujo
O livro As aventuras de Simbad, o marujo traz a lendária história de origem persa sobre um marinheiro, durante o Califado Abássidas, que tem numerosas e fantásticas aventuras durante suas viagens através dos mares orientais da África e sul da Ásia. No enredo, Simbad, após ter concluído suas sete viagens, tornou-se um próspero comerciante de Bagdá. Certo dia, vem passando pela rua em frente a sua casa um pobre vendedor de água, carregando um enorme tonel, que se lamenta da sorte e questiona porque Simbad foi abençoado com riqueza, enquanto ele padece no trabalho braçal. Simbad escuta as queixas do homem e decide contar-lhe suas aventuras para que se justifique porque alcançou tal fortuna.

Referência:
ZIR, Alessandro (tradutor). Porto Alegre: L&PM, 2001.


Coleção Essencial INCM

Exposição virtual: Fernão Mendes Pinto, deslumbramentos do olhar

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/bibliotecadigital/?fullscreen=1

Recursos on line: BULLYING

•Pedro Foyos lido por Miguel Real
•Bullying e Praxes- por Pedro Foyos
•Maldade da Infância e Adolescência: Bullying por Ballone GJ e Moura E
Livros:

•Beane, A. L. (2006). A Sala de Aula sem Bullying. Porto: Porto Editora. (sugestão de aquisição)
Filmes:

•Top 10 Filmes sobre Bullying (3 baseados em livros) no BiblioFilmes
•A Valsa dos Brutos (Flamínia)


http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/caminhodasletras/index.htm?fullscreen=1



http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/index1.php






http://lerebooks.wordpress.com/
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Ler + em casa

No quarto:
À noite quando as crianças pequenas já estão na cama, leia-lhes antes de adormecerem.

Em todas as idades o hábito de ler ou ouvir ler antes de dormir é muito positivo, pois os livros acalmam e dão serenidade, tornando-se uma excelente forma de acabar o dia.

Ofereça livros e organize uma biblioteca pessoal para a criança.

livros recomendados

Na sala:
Inclua sempre uma caixa, um cesto ou uma estante baixa com livros na zona dos brinquedos, para que as crianças possam escolher os livros que querem ler ou observar.

Aproveite alguns momentos de pausa ou de convívio para apagar a televisão ler alto com as crianças.



Ler + na comunidade

Nos transportes:
Se anda com as crianças em transportes públicos, experimente levar um ou dois livros e aproveite para ler algumas páginas.

Se anda de carro leve sempre alguns livros para a criança ler ou ver sozinha.


Usar a biblioteca escolar:
Muitos jardins-de-infância e escolas têm serviço de empréstimo de livros. Informe-se junto dos educadores ou dos professores e incentive as crianças a usar os livros da biblioteca para ler em casa, manifestando o seu interesse em ler com ela os livros que possam ser emprestados.

Habitue as crianças a respeitar as regras da biblioteca.
Fonte:http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/lermaisemfamilia/ler_mais_na_comunidade.php
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Quer montar uma bebeteca?
Acesse este link:
http://www.shoppinglivros.com.br/biblioteca-infantil/colecao-bebeteca.html

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