1 de março de 2011

PESQUISA CARNAVAL 2011

Carnaval

Os melhores Recados de Estrelas do carnaval:
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PESQUISA - Carnaval e História do CarnavalFestas carnavalescas, carnaval, escolas de samba, história do carnaval, origens, escolas de
samba vencedoras dos últimos carnavais no Rio de Janeiro e em São Paulo,
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História do Carnaval

O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
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No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.

No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
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A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.

Bonecos gigantes em Recife

O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.
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Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.

Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.

Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais no Rio de Janeiro :
1998 - Mangueira e Beija-Flor
1999 - Imperatriz Leopoldinese
2000 - Imperatriz Leopoldinese
2001 - Imperatriz Leopoldinese
2002 - Mangueira
2003 - Beija-Flor
2004 - Beija Flor
2005 - Beija-Flor
2006 - Unidos de Vila Isabel
2007 - Beija-Flor
2008 - Beija-Flor
2009 - Acadêmicos do Salgueiro
2010 - Unidos da Tijuca
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Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais em São Paulo:
1998 - Vai-Vai
1999 - Vai-Vai, Gaviões da Fiel
2000 - Vai-Vai, X-9 Paulistana
2001 - Vai-Vai, Nenê de Vila Matilde
2002 - Gaviões da Fiel
2003 - Gaviões da Fiel
2004 - Mocidade Alegre
2005 - Império de Casa Verde
2006 - Império de Casa Verde
2007 - Mocidade Alegre
2008 - Vai-Vai
2009 - Mocidade Alegre
2010 - Rosas de Ouro

== ESCOLAS DE SAMBA DO RIO DE JANEIRO ==

_________________________________Carnaval

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Primeira noite: dia 6 de março de 2011 (domingo)
Local: Marquês de Sapucaí
Horário: a partir das 21 horas
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1 - São Clemente
Samba-Enredo: “O seu, o meu, o nosso Rio, abençoado por Deus e bonito por natureza”

2 - Imperatriz Leopoldinense
Samba-Enredo: “A Imperatriz adverte: Sambar faz bem à saúde”

3 - Portela
Samba-Enredo: “Rio, azul da cor do mar”

4 - Unidos da Tijuca
Samba-Enredo: “Esta Noite Levarei Sua Alma”

5 - Vila Isabel
Samba-Enredo: “ Mitos e Histórias Entrelaçadas Pelos Fios de Cabelo”

6 - Estação Primeira de Mangueira
Samba-Enredo: “O filho fiel, sempre Mangueira”
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Segunda noite: dia 7 de março de 2011 (segunda-feira)
Local: Marquês de Sapucaí
Horário: a partir das 21 horas
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1 - União da Ilha
Samba-Enredo: “O Mistério da Vida”

2 - Acadêmicos do Salgueiro
Samba-Enredo: “Salgueiro apresenta: O Rio no cinema”

3 - Mocidade Alegre de Padre Miguel
Samba-Enredo: “ Parábola dos Divinos Semeadores””

4 - Grande Rio
Samba-Enredo: “Y-JURERÊ MIRIM – A Encantador Ilha das Bruxas (Um conto de Cascaes)”

5 - Porto da Pedra
Samba-Enredo: “O sonho sempre vem pra quem sonhar”

6 - Beija-Flor Samba-

CARNAVAL


Enredo: “A Simplicidade de um Rei” _ VENCEDORA 2011

G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis
A Beija-Flor de Nilópolis nasceu nas comemorações do Natal de 1948. Um grupo formado por Milton de Oliveira (Negão da Cuíca), Edson Vieira Rodrigues (Edinho do Ferro Velho), Helles Ferreira da Silva, Mário Silva, Walter da Silva, Hamilton Floriano e José Fernandes da Silva resolveu formar um bloco que, depois de várias discussões, por sugestão de D. Eulália de Oliveira, mãe de Milton, recebeu o nome de Beija-Flor (inspirado no Rancho Beija-Flor, que existia em Marquês de Valença). Dona Eulália foi admitida como fundadora.

Em 1953, o Bloco Associação Carnavalesca Beija-Flor, vitorioso no bairro, foi inscrito por Silvestre David do Santos (Cabana) integrante da ala dos compositores, como escola de samba, na Confederação das Escolas de Samba, para o desfile oficial de 1954, no segundo grupo.

No seu primeiro desfile, em 1954, foi campeã passando para o grupo I, no qual permaneceu até 1963. Em 1974, retornou para o Grupo I resultado do bom trabalho desenvolvido por Nelson Abraão David. Em 1977, Aniz Abraão David assume a Presidência e projeta a Escola de Samba de Nilópolis como uma das mais famosas do mundo.

Site oficial: http://www.beija-flor.com.br



== ESCOLAS DE SAMBA DE SÃO PAULO ==

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Primeira noite: dia 4 de março de 2011 (sexta-feira)
Local: Sambódromo
Horário: a partir das 21 horas
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1- Unidos do Peruche
Samba-Enredo: “Abram-se as cortinas! O espetáculo vai começar. 100 anos de Theatro Municipal de São Paulo. A Peruche vai apresentar! Bravo! Bravíssimo!”

2- Tom Maior
Samba-Enredo: “Salve salve São Bernardo, pedaço do meu Brasil – Terra mãe dos Paulistas”

3- Acadêmicos do Tucuruvi
Samba-Enredo: “Oxente, o que seria da gente sem essa gente? São Paulo, a capital do nordeste!”

4- Rosas de Ouro
Samba-Enredo: “Abre-te Sésamo, a senha da sorte”

5- Mancha Verde
Samba-Enredo: “Uma idéia de Gênio”

6- Vai-Vai
Samba-Enredo: “A Música Venceu”

7- Pérola Negra
Samba-Enredo: “Abraão, o patriarca da fé”

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Segunda noite: dia 5 de março (sábado)
Local: Sambódromo
Horário: a partir das 21 horas
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1- Nenê da Vila Matilde
Samba-Enredo: “Salis Sapientiae - Uma história do Mundo”

2- Águia de Ouro
Samba-Enredo: “Com todo o Gás! A Águia de Ouro é fogo!”

3- Mocidade Alegre
Samba-Enredo: “Carrossel das ilusões”

4- Unidos de Vila Maria
Samba-Enredo: “Amazonas Manaus em cena”

5- X-9 Paulistana
Samba-Enredo: “De eterna criança a embaixador da esperança... Renato Aragão, Didi trapalhão!”

6- Gaviões da Fiel
Samba-Enredo: ““Do mar das pérolas e das areias do deserto à cidade do futuro -- Dubai, o sonho do Rei Maktoum”

7- Império da Casa Verde
Samba-Enredo: “Samba sabor cerveja. Admirada a milênios, a mais nova sensação nacional”

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Livros sobre o Carnaval

Ao Som do Samba - Uma Leitura do Carnaval Carioca
Autor: Galvao, Walnice Nogueira
Editora: Perseu Abramo

Almanaque do Carnaval - A História do Carnaval, o que Ouvir, o que Ler, Onde Curtir
Autor: Diniz, André
Editora: Jorge Zahar

As Marchinhas de Carnaval - Antologia Musical Popular Brasileira
Autor: Lapiccirella, Roberto
Editora: Musa

Inventando Carnavais - O Surgimento do Carnaval
Autor: Ferreira, Felipe
Editora: UFRJ

100 Anos de Carnaval no Rio de Janeiro
Autor: Costa, Haroldo
Editora: Irmãos Vitale

A Corte Vai Passar - Um Olhar Sobre o Carnaval de Pernambuco
Autor: Santos, Luiz; Oliveira, Celso
Editora: Tempo D'imagens

Carnaval
Autor: Edinger, Claudio
Editora: Dorea Books

Carnaval
Autor: Brandão, Toni
Editora: Studio Nobel

Carnaval - Cores e Movimentos
Autor: Mattotti, Lorenzo
Editora: Casa 21 Sinapse Pro

Carnaval Brasileiro - O Vivido e o Mito
Autor: Queiroz, Maria I. P.
Editora: Brasiliense

Carnaval Carioca - Dos Bastidores ao Desfile - Coleção História , Cultura e Idéias - Vol. 6
Autor: Cavalcanti, Maria L. V. Castro
Editora: UFRJ

Carnaval em Branco e Negro - Carnaval Popular Paulistano 1914-1988
Autor: Von Simson, Olga Rodrigues de Moraes
Editora: Unicamp

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Fonte: http://www.suapesquisa.com/carnaval/

ALLAH-LÁ-Ô
Haroldo Lobo-Nássara, 1940

Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô

Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O sol estava quente
Queimou a nossa cara

Viemos do Egito
E muitas vezes
Nós tivemos que rezar
Allah! allah! allah, meu bom allah!
Mande água pra ioiô
Mande água pra iaiá
Allah! meu bom allah CACHAÇA
Mirabeau Pinheiro-Lúcio de Castro-Heber Lobato, 1953

Você pensa que cachaça é água
Cachaça não é água não
Cachaça vem do alambique
E água vem do ribeirão

Pode me faltar tudo na vida
Arroz feijão e pão
Pode me faltar manteiga
E tudo mais não faz falta não
Pode me faltar o amor
Há, há, há, há!
Isto até acho graça
Só não quero que me falte
A danada da cachaça
AURORA
Mário Lago-Roberto Roberti, 1940

Se você fosse sincera
Ô ô ô ô Aurora
Veja só que bom que era
Ô ô ô ô Aurora

Um lindo apartamento
Com porteiro e elevador
E ar refrigerado
Para os dias de calor
Madame antes do nome
Você teria agora
Ô ô ô ô Aurora

Carnaval

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CABELEIRA DO ZEZÉ
João Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963

Olha a cabeleira do zezé
Será que ele é
Será que ele é

Será que ele é bossa nova
Será que ele é maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é

Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!

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ABRE ALAS
Chiquinha Gonzaga, 1899

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Carnaval

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A JARDINEIRA
Benedito Lacerda-Humberto Porto, 1938

Ó jardineira porque estás tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu

Vem jardineira vem meu amor
Não fiques triste que este mundo é todo seu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu


Ô BALANCÊ
Braguinha-Alberto Ribeiro, 1936

Ô balancê balancê
Quero dançar com você
Entra na roda morena pra ver
Ô balancê balancê

Quando por mim você passa
Fingindo que não me vê
Meu coração quase se despedaça
No balancê balancê

Você foi minha cartilha
Você foi meu ABC
E por isso eu sou a maior maravilha
No balancê balancê

Eu levo a vida pensando
Pensando só em você
E o tempo passa e eu vou me acabando
No balancê balancê
Carnaval

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LINDA MORENA
Lamartine Babo, 1932

Linda morena, morena
Morena que me faz penar
A lua cheia que tanto brilha
Não brilha tanto quanto o teu olhar

Tu és morena uma ótima pequena
Não há branco que não perca até o juízo
Onde tu passas
Sai às vezes bofetão
Toda gente faz questão
Do teu sorriso

Teu coração é uma espécie de pensão
De pensão familiar à beira-mar
Oh! Moreninha, não alugues tudo não
Deixe ao menos o porão pra eu morar

Por tua causa já se faz revolução
Vai haver transformação na cor da lua
Antigamente a mulata era a rainha
Desta vez, ó moreninha, a taça é tua

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MAMÃE EU QUERO
Jararaca-Vicente Paiva, 1936

Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebe não chorar

Dorme filhinho do meu coração
Pega a mamadeira e vem entrá pro meu cordão
Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De piscar o olho já ficou sem a pestana

Olho as pequenas mas daquele jeito
Tenho muita pena não ser criança de peito
Eu tenho uma irmã que é fenomenal
Ela é da bossa e o marido é um boçal

Estrelas

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O TEU CABELO NÃO NEGA
Lamartine Babo-Irmãos Valença, 1931

O teu cabelo não nega mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega mulata
Mulata eu quero o teu amor

Tens um sabor bem do Brasil
Tens a alma cor de anil
Mulata mulatinha meu amor
Fui nomeado teu tenente interventor

Quem te inventou meu pancadão
Teve uma consagração
A lua te invejando faz careta
Porque mulata tu não és deste planeta

Quando meu bem vieste à terra
Portugal declarou guerra
A concorrência então foi colossal
Vasco da gama contra o batalhão naval

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ME DÁ UM DINHEIRO AÍ
Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira, 1959

Ei, você aí!
Me dá um dinheiro aí!
Me dá um dinheiro aí!

Não vai dar?
Não vai dar não?
Você vai ver a grande confusão
Que eu vou fazer bebendo até cair
Me dá me dá me dá, ô!
Me dá um dinheiro aí!
Carnaval

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SACA-ROLHA
Zé da Zilda-Zilda do Zé-Waldir Machado, 1953)

As águas vão rolar
Garrafa cheia eu não quero ver sobrar
Eu passo mão na saca saca saca rolha
E bebo até me afogar
Deixa as águas rolar

Se a polícia por isso me prender
Mas na última hora me soltar
Eu pego o saca saca saca rolha
Ninguém me agarra ninguém me agarra
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

Sambas de enredo 2011 das escolas do Rio de Janeiro

Os enredos das Escolas de Samba para 2011 são:

1.São Clemente
Enredo: "O seu, o meu, o nosso Rio, abençoado por Deus e bonito por natureza"


2.União da Ilha
Enredo: "Mistério da Vida"


3.Imperatriz
Enredo: "A Imperatriz Adverte: Sambar Faz Bem à Saúde"


4.Salgueiro
Enredo: "Salgueiro apresenta: o Rio no cinema"


5.Mocidade
Enredo: "Parábola dos Divinos Semeadores"


6.Portela
Enredo: "RIO, AZUL DA COR DO MAR"


7.Unidos da Tijuca
Enredo: "Esta Noite Levarei Sua Alma"


8.Grande Rio
Enredo: "Y-Jurerê Mirim - A Encantadora Ilha das Bruxas (Um conto de Cascaes)"


9.Vila Isabel
Enredo: "Mitos e Histórias - Entrelaçadas pelos Fios de Cabelo "


10.Porto da Pedra
Enredo: "O sonho sempre vem pra quem sonhar ... "


11.Beija-Flor
Enredo: "A Simplicidade de um Rei"


12.Mangueira
Enredo: "Filho Fiel, Sempre Mangueira"

Fonte/ Créditos:http://www.insideriocarnaval.com.br/sambas-de-enredo.asp
Mais informções em:
liesa.globo.com

História do carnaval do Rio de Janeiro
Introdução


Estrelas

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A E.B.M. PASTOR FAULHABER NESTE ANO TERÁ UM EVENTO SOBRE RESGATE CULTURAL: TEMA - CARNAVAL.
PLANEJAMENTO MULTIDSCIPLINAR SOBRE RECICLAGEM - MEIO AMBIENTE - DESTINO CORRETO DO LIXO
OFICINAS - máscaras com jornal
Com o objetivo de criar máscaras, fantasias, instrumentos de percussão com objetos que poderiam ser descartados na meio ambiente sem destino correto, bem como demais atividades como a decorações na escola, as oficinas tiveram início dia 24 de fevereiro, e se estenderão até o dia 04 de março, de acordo com o planejamento de cada professor.

Para a diretora da escola, Marita Lopes, além do que as crianças aprendem sobre a cultura dos povos, neste caso, o Carnaval, as mesmas se divertem com as atividades que são proporcionadas nos espaços escolares.

Os pais ou responsáveis, devem colaborar, conversando com elas, pois antes de confeccionarmos as máscaras todos terão aula sobre o assunto. Na biblioteca terão acesso aos livros , enciclopédias, periódicos, aos computadores com internet para visualizarem imagens, vídeos, e-books e modelos de fantasias de outras épocas, a origem da festa conhecendo a cultura de várias gerações.

Já na sala de informática, cada professor poderá agendar para pesquisa sob a responsabilidade do professor regente que tem o domínio do conteúdo a ser estudado, da professora de informática que interage através dos recursos disponíveis e da professora mediadora de leitura e pesquisa que facilita através das orientações sobre o acesso aos sites seguros e adequados para a referida pesquisa, obedecendo as normas técnicas/metodologia.

Para que possamos conscientizar quanto ao uso adequado dos recursos naturais, evitamos imprimir o que pode ser apresentado on-line/ou através de Projetor Multimída/fotografias/outros.
FOTOGRAFIA




PRÓXIMOS REGISTROS DE ATIVIDADES A SERAM POSTADAS:
DESFILES
CONCURSO DE MARCHINHAS
DANÇAS
MÚSICA
ADEREÇOS E FANTASIAS FEITOS COM RECICLAGEM
DECORAÇÃO DA ESCOLA
ATIVIDADES PARA AS CRIANÇAS
PESQUISA
[PPT]Formato do arquivo: Microsoft Powerpoint -
Remediação ambiental - compromisso - perseverança e envolvimento total com a Cultura da Paz.
www.ambiente-ecologico.com/gresa/GRESA-Portugues.pps
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Respingos do cotidiano: Cotidiano - Maria de Fátima Hammes

Cotidiano
Maria de Fátima M. Baumgärtner

É preciso reencantar nossa prática cotidiana
É urgente humanizar-se, agradecer
Depende de nós tornar isso possível
Sejamos semeadores
Não apenas de palavras
Mas de afetos
Onde houver inquietação
Haverá transformação
Permita-se sonhar, conquistar
e acreditar naquilo que faz
Este é o milagre da multiplicação do saber
E do vir a ser.

Estrelas: Jenário de Fátima

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(Terça-feira,01/03/2011 )

Fundação convida para Noite Multicultural


A Fundação Cultural de Blumenau convida a comunidade para mais uma Noite Multicultural. Nesta quinta-feira, dia 3, às 19h30min acontece a abertura das seguintes exposições: na Sala Oficial do MAB, a artista Linda Poll apresenta a exposição Lado a Lado ; na Sala Especial, Valdete Hinning apresenta Alvo Véu, com poemas de Osmar Pisani; na Galeria Municipal de Arte, Sala Alberto Luz, as exposições dos artistas Quiko Nuts e Tales Coirolo; na Galeria do Papel, obras do acervo do artista Abelardo Zaluar. E lançamento do livro Tempestade, de Fátima Venutti. Clique para saber mais...

Como atração musical, apresentação do coral Vozes da Maturidade. A Fundação Cultural fica na Rua Quinze de Novembro, 161, e a visitação às exposições poderá ser feita até 25 de março, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas; sábados, domingos e feriados, das 10 às 16 horas. A entrada é gratuita.

Sala Oficial
Artista Linda Poll. Título da exposição: Lado a Lado, apresentando 10 objetos e 5 instalações.
Lado a Lado analisa as possibilidades de coabitação; do indivíduo e do objeto; explora as características pessoais e de personalidade, desenvolve o significante como referência de lembranças e o viver junto. Os signos montados referendam a uma sequência de ideias montadas como códigos absorvidos e ou vividos no cotidiano. Somos uma sucessão de sinais.

O tema da obra é baseado no livro Viver Juntos, de Roland Barthes, Martins Fontes 2003, que tem como conteúdo os cursos e seminários proferidos pelo autor no College de France, na década de 70. Os objetos são mostrados com analogia em relação à seriação no coletivo, no individual ou ainda com o isolamento. A constante relação do indivíduo que tenta conciliar o individual dentro do coletivo num esforço para atingir a sua independência ou a socialização é tratada na montagem em forma de distanciamento, ou isolamento nos vazios.
A natureza numa visão de fantasia que alimenta os sonhos e que acredita num mundo sem degradação nem destruição é um trabalho que enfatiza a possibilidade de reelaboração de novas formas. Formas estas, criando novas montagens partindo de objetos recolhidos da própria natureza, valorizando assim uma elaboração manual dos objetos.

Linda Poll é artista plástica/performática, arte-educadora, professora e atualmente é coordenadora do Museu Casa Fritz Alt, em Joinville.

Linda Poll lado a lado entre memórias e silêncios
Linda, ao se apropriar dos escritos de Roland Barthes contidos na obra Viver Juntos, busca na memória emotiva sua razão poética. Navega no espaço-tempo por meio de imagens que rondam, que se buscam em nós, por vezes durante uma vida toda, e freqüentemente só se cristalizam através da palavra. Cria então uma fantasia - a volta do desejo segundo Barthes - que a leva a exploração por diferentes bocados do saber. Uma pesquisa constante do silêncio do ser humano no mundo contemporâneo.

Seus objetos provocam simulações e nos permitem viajar por várias línguas, porque há vários desejos. E o desejo busca palavras. Ele as toma onde as encontra; e depois, as palavras geram desejos; e ainda depois, as palavras impedem o desejo. Essa colcha de retalhos, que é a língua, encontramos em suas palavras-imagens de uma forma transcendental e onírica.

Em Lado a lado a artista nos faz mergulhar num mundo de fantasia, desejos, simulações e silêncios do tempo por meio de uma violência sofrida pelo pensamento. Será esse mundo individual, coletivo, ou individual-coletivo? A resposta está em cada um de nós. Basta imergir no seu próprio Ser - no seu mar de lembranças.

Franzoi curador

Sala Especial
Artista Valdete Hinnig, de Florianópolis, residente em Jaraguá do Sul. Título da exposição: Alvo Véu, com poemas de Osmar Pisani. Projeto aprovado pela Fundação Catarinense de Cultura e Governo do Estado. São 16 obras com a técnica foto plotada em PVC.

O alvo? ... é o véu, o alvo véu, o branco véu da noiva, o branco véu das cachoeiras, cascatas, fontes, nascentes que brotam do coração da terra, como uma seiva que sacia a sede, fertiliza o solo e verdeja as campinas... Água-Véu, Fonte-Noiva... início... princípio... revisitando a mitologia antiga vamos encontrar essa relação em Ishtar, deusa do amor e da fertilidade, para os fenícios. Mais tarde, Afrodite para os gregos ... segundo reza a lenda, Ishtar surgiu das profundezas e os vapores da terra e do mar cobriram-na com um véu... transparência velada que guarda o feminino, carrega a alegria de viver, o equilíbrio dos fluidos, os extravasamentos e entregas ... água que batiza a fonte e inaugura o solo, vapores-véus que batizam a noiva e inauguram a mulher... concha de madre pérola aberta para a vida. Com essa proposta Valdete cria uma poética espacial, amarrando na sua simbologia a pureza da água com a pureza da noiva, traduzida pelo "Alvo Véu", "O Castelo da Pureza" escreveu Octávio Paz, referindo-se à obra "O Grande Vidro", a noiva despida por seus celibatários de Marcel Duchamp.

De preocupação social e caráter lírico, o trabalho atenta para a linha do horizonte. A artista, numa peregrinação ritualística, escolhe um local na natureza, organiza o espaço, depois registra em fotografia o cenário metaforizado em cascata-véu; com isso Valdete desloca o olhar para além da imagem e chama a atenção para este precioso líquido que compõe em aproximadamente sessenta por cento o nosso corpo e que desvela emoções... nos alerta para a preservação de suas nascentes, seus rios, seus afluentes... para que, num futuro não muito distante, se continuarmos no desenfreado avanço tecnológico e na mera experiência mercantilista, não precisemos derramar um mar de lágrimas para preencher nossos oceanos de culpas por falta de cuidados com o planeta que nos acolhe... lírica porque evoca sentimentos e o véu que cobre a beleza da jovem donzela, envolve-a numa névoa de mistérios, numa aura angelical, quase divina, como uma nuvem prenhe da água semeadora, de orvalhos úmidos, sequiosos de intimidades. Desconstruindo a noiva, Valdete constrói a metáfora, resignifica os sonhos que alicerçam afetos que sustentam ficções... nascentes desejantes... Alvo-Véu, Alva-Água, Alta-Vida...
Texto: Regina Giacomini

Valdete Hinnig é de Florianópolis, mas mora em Jaraguá do Sul. É membro da Associação Jaraguaense de Artistas Plásticos (AJAP). Frequentou o Curso de Desenho e Pintura, incluindo as técnicas de grafite, carvão, bico de pena, saguine, pastel, aquarela e óleo sobre tela, na escola Fátima Atelier, em Cuiabá. Atuou como presidente da AJAP e participou de várias exposições. Foi premiada no concurso Pinte a História de Jaraguá.

Sala Elke Hering
Exposição de obras do Acervo:
1. Elke Hering
Sem título
Escultura em Bronze
Dim. 32x32x13cm - 1978

2. Elke Hering
Figura sentada
Escultura em Bronze
Dim. 47x20x20cm - 1996

3. Elke Hering
Colete Espacial
Escultura em Bronze

4. Elke Hering
Memória Arqueológica
Gesso e areia - 1990

Elke Hering foi escultora, desenhista, gravadora, pintora, design e programadora visual. O legado cultural da artista faz parte da história da arte blumenauense. Foi em 1957 que começou a carreira. No ano seguinte optou por se aperfeiçoar no ramo da arte pelo Brasil e pela Europa, mais especificamente em Munique. A partir de então passou a fazer mostras coletivas e individuais, chegando a expor nos Museus de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro e também no exterior, saindo vencedora em vários concursos.

Reconhecida nacional e internacionalmente, Elke também mudou o cenário cultural da cidade em que nasceu. Ajudou na criação da Galeria Açu-Açu, em 1970, e na abertura de seu próprio espaço, o Atelier. Na Fundação Cultural - Museu de Arte de Blumenau - a artista, falecida em 1994, é homenageada com uma Sala que leva o seu nome.

Galeria Municipal de Arte
Na Sala Alberto Luz, os artistas Quiko Nuts e Tales Coirolo.
Quiko Nuts apresenta uma única obra 2x3m, intitulada Música, com stencil e spray direto na parede. A Street Art está ganhando força nas ruas. Alguns a consideram poluição e outros a aclamam. Por ser de rápida execução, se espalha por toda a cidade, com uma forma de visão crítica para a sociedade. O artista Quiko Nuts considera que a arte está cada vez mais acessível aos olhos do leigo e busca trazer um olhar crítico sobre nosso estilo de vida e a forma como aceitamos o que é novo.

Quiko utilizará 18 máscaras de stencil e com a técnica de spray, fará diretamente na parede, durante a abertura da exposição, a obra Música que é uma crítica à indiferença com o que acontece ao nosso lado. Vemos apenas o que nos convém. Colocamos nossas trilhas musicais e saímos "cegos". A pressa e correria atrás do pote de ouro, beleza e satisfação, faz com que deixemos escapar aos nossos olhos acontecimentos importantes.

Quiko é natural de Curitiba, mas reside em Blumenau há quatro anos. É grafiteiro desde 1997. Fez parte do coletivo denominado Amargem, que desenvolveu trabalhos com stencil em Curitiba, São Paulo e Cuiabá. Grafitou também em Rondônia, Acre, Manaus, Pará, Roraima e Minas Gerais. Trabalhou com a Assessoria da Infância e Juventude em Blumenau, realizando palestras sobre arte, nas escolas. Atualmente trabalha com desenvolvimento de artes para moda e como sócio-educador do projeto Revelarte, com grafite para iniciantes.

Tales
Já Tales Coirolo apresenta 10 cartazes utilizando a técnica tinta acrílica sobre papel e colagens, suporte bastidor de papel rígido. O artista traz para uma sala oficial o trabalho que exercitou pelas ruas durante o ano de 2010, questionando o limite do que é arte. Propõe repetir as temáticas, dimensões e materiais usados nas ruas, abordando temas psicossociais, pessoais e coletivos. Uma linguagem pictórica com raiz na pintura que transita entre o Design Gráfico, Impressionismo e Pop Art, mesclando colagens, logotipia, tipografia e moda, transpassando o figurativo e o decorativo abstrato na busca do "belo"?, lúdico e a pregnância das imagens como ícones urbanos. Uma palheta de cores luminosas marcada por uma preocupação gráfica no uso do preto. A intenção dessa exposição é dar continuidade à questão do fazer, do conhecer e do expressar a pintura em sua forma contemporânea. Isso não é arte?

Tales Coirolo é natural de Porto Alegre, mas reside em Blumenau. Possui graduação em Design de Produto e Artes Plásticas. Pós Graduação em Gestão Estratégica de Marketing ICPG, Mestrando em Desenvolvimentos Regional pela FURB. Atuou como Designer de Produto, Designer de Moda, Ilustrador freelancer. Atualmente é professor universitário nos cursos de Design de Produto, FURB, Design de Moda, Univali e UniAsselvi. Presta consultoria na área de desenvolvimento de produtos relacionados à moda.

Galeria do Papel
Obras do acervo do artista Abelardo Zaluar, que nasceu em Niterói em 1924 e faleceu no Rio de Janeiro em 1987. Estudou na Escola Nacional de Belas Artes entre 1944 e 1948. Mais tarde, a partir de 1957, viria a ser professor catedrático de Desenho, na mesma instituição. Realizou sua primeira exposição, de aquarelas, em 1947, colocando em segundo plano a pintura a óleo, porquanto toda sua atenção vinha sendo concentrada na sua atividade como desenhista. Assim, somente em 1969 traria a público sua primeira exposição de pinturas, na Galeria Bonino.

Prêmios e exposições
Foi como desenhista que em 1963 recebeu o prêmio de viagem à Europa do Salão Nacional de Arte Moderna, tal como fora premiado em 1958 (Salão do Mar, RJ), 1959 (Salão de Belo Horizonte), etc. O MAM-RJ dedicou-lhe em 1975 uma retrospectiva, e o Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro realizou, em 1984, uma exposição cobrindo sua produção entre 1974 e 1984.
Finalmente em 1993 foi a vez do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, organizar uma completa retrospectiva de toda a sua produção.

Do figurativismo à pintura racional
Após começos figurativos, em que fixava, através de aquarelas e desenhos, aspectos da natureza, Zaluar enveredou pela vertente não-representativa, pautando toda a sua produção, desde então, pelo severo jogo de linhas, formas e cores dispostas racionalmente, numa depuração crescente.

Como disse Mário Barata em 1970, o senso de medida talvez seja a maior característica da arte de Zaluar, ao lado da finura, do elevado grau de harmonia de suas trajetórias e do vigor visual de suas obras. Tal depuração gradativa levou-o, no devido momento, à vertente construtivista, sem que, contudo, atingisse ao ascetismo minimalista. Na verdade, em Zaluar dá-se um equilíbrio entre razão e emoção, pois, como observou um de seus mais persistentes críticos, Frederico Morais, através da geometria, Zaluar filtra e decanta a realidade, suas próprias emoções, eliminando impurezas e fixando-se no essencial.

A presença sutil do desenho
A formação básica como desenhista transpira nitidamente de sua pintura, via de regra estruturada com auxílio da linha, a qual contém as formas e ao mesmo tempo as amarra num todo significativo. Em anos subsequentes, Zaluar buscou reinterpretar a riqueza do Barroco Mineiro em quadros que se destacam pelo cromatismo. Nesses quadros ele recriava as relações espaciais barrocas, imprimindo-lhes sua austeridade. A partir da década de 1980 a cor vai se impondo gradualmente sobre a linha: Zaluar, que em começos de sua atividade como pintor fazia quase pintura desenhada ou desenho colorido, torna-se um colorista, sem abandonar, contudo, a severa estruturação formal, as relações racionais que as formas desenvolvem no espaço pictórico.
Fonte: CR-Rom «500 Anos da Pintura Brasileira»

Lançamento de livro
O projeto Tempestade , desenvolvido há mais de dois anos, veio fortalecer a ideossincrasia da poeta frente aos recentes acontecimentos geográficos ocorridos no Vale do Itajaí e no mundo, desde novembro de 2008. O discurso da poesia vem trazer à tona o verdadeiro sentido de responsabilidade do homem em seu meio (medos, intempéries, revoltas e mesmo distúrbios de personalidade misturados a sentimentos de desencontros culturais, sociais e morais) e de como suas ações são refletidas no espaço em que vive ao longo do tempo.

Através da poética, Fátima Venutti intenciona registrar, difundir e discutir os parâmetros sociais, culturais e morais, além de propor a discussão da responsabilidade do homem na conservação e manutenção de seu espaço social, além de instigar outros "gritos" de almas de poetas adormecidos e esquecidos no leitor.

(... ) " Para dar forma ao tema, o projeto gráfico se utilizou dos conceitos polares yin-yang da filosofia chinesa, além de ilustrações simples cujo traço imaturo e espiralado remete o leitor à ingenuidade da infância. Segundo a sua criadora, ''a escolha pela dualidade, assim como pelo estilo minimalista, tem por finalidade ressaltar os contrastes tratados no livro (nascimento/morte, infância/velhice, sofrimento/prazer), transpostos pela visão da realidade fluída e em constante transformação observada pela autora''.(...)

PREFÁCIO : Celestino Sachet - Escritor, membro da Academia Catarinense de Letras e Mestre em Literatura Brasileira.

(...) " O vento sopra em todas as direções e por isso o vento-verso de Fátima Venutti é verso, é estrofe, é poema com múltiplas formas estruturais que é pra mexer na tempestade-água da natureza e torná-la brisa-sonora da Arte Poética!"(...)

POSFÁCIO: Rubens da Cunha - Poeta e cronista ( Jornal A Notícia )- Mestre em Literatura Brasileira pela UFSC.

" Tempestade. Tempo. Potestade. Força quimérica da poesia. Palavra alçada entre raios e trovões e ventos. Ventos-lobos uivando poemas. Espetáculo, speculum. Poeta e poiesis amalgamados. Eis aqui uma poeta que "de unhas cravadas, / extirpou barbas e espremeu / um a um, cada verme recolhido. / e fez-se um rio de sangue em sua face." Eis aqui uma poiesis macerada pela linguagem firme, quase antiga, passional, linguagem carne-rasgada que se impõe em violência e delicadeza . "(...)

ORELHA: Rosane Magaly Martins - Advogada, poeta, escritora, membro da Academia Catarinense de Letras e Artes.

"O céu me ameaça e antecipa a noite que terei agora, em pleno dia. Meus medos arrepiam a pele e tento acalmá-los com incenso de Palma abençoada no Domingo de Ramos. Coloco toalhas sobre os espelhos, pois é perigoso olhar para eles em dias assim. É nesse cenário que leio "TEMPESTADE", mais recente livro de poema escrito por Fátima Venutti. Entre páginas sou arrebatada, me encontro e me amedronto com sua rapidez, acidez e avidez de cada raio e trovão poéticos que integram a obra." (...)
Apresentação musical

O Coral Vozes da Maturidade da Associação dos Aposentados, Pensionistas e Idosos de Blumenau é uma proposta que tem o compromisso de abrir novas oportunidades para elevar a autoestima, proporcionando integração e alegria. As músicas são do repertório popular brasileiro, tendo como maestrina, Mirian Sueli Vargas e instrumentista Mário José Vieira Filho. O Coral, fundado em 30 de agosto de 2010, teve várias apresentações no Natal, proporcionando alegria e emoção à comunidade blumenauense, levando mensagens de amor e solidariedade. Hoje são 18 integrantes, e os ensaios acontecem todas as segundas-feiras, das 14 as 15 horas, na sede da Associação.

O objetivo do coral é alegrar e aproximar as pessoas, oportunizar por meio do canto novos conhecimentos que vão interferindo na postura, na criatividade, na convivência e na formação de novas amizades. Afloram as lembranças dos momentos já vividos, causando muitas emoções, aprimorando os sentidos para melhor ouvir, perceber e alegremente cantar, contribuindo para o bem-estar.

Fonte:http://www.blumenau.sc.gov.br/gxpsites/hgxpp001.aspx?1,1,28,O,P,0,PAG;CONC;54;3;D;5036;1;PAG;,Crédito: Assessora de Comunicação: Marilí Martendal

SUSTENTABILIDADE!







"Importa construir um novo ethos que permita uma nova convivência, planetária e cósmica; que propicie um novo encantamento face à majestade do universo e à complexidade das relações que sustentam todos e cada um dos seres.
Leonardo Boff
Bibliografia que recomendo:
Boff, Leonardo. Saber cuidar: ética do ser humano-compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 1999.
"O que você faz para tornar o planeta sustentável?"

PESQUISA - INVESTIGAÇÃO

VISITANDO MUSEUS E BIBLIOTECAS DA CIDADE DE BLUMENAU

Outra atividade da nossa escola no mês de março, é a visita aos
museus e biblioteca da cidade. Através deste recurso é possível pesquisar, observar, conhecer e prestigiar a cultura local, a origem, tradições culturais e os eventosrelacionados aos temas que estamos elencando para 2011.
Para que os alunos possam perceber na prática o que significa mudanças de hábito e atitudes diante da nossa realidade no mundo atual, faz-se necessário intervir
de maneira diversificada no cotidiano. Vamos realizar um passeio de estudos nas proximidades da nossa escola. Aos poucos eles vão formando conceitos sobre vários aspectos. Aquilo que se ensina na teoria apenas não garante o resultado que se deseja. É na prática que o educando percebe a realidade e se percebe como sujeito que faz parte da história.

ATITUDE É TUDO!

Segundo Imanuel Kant, "o homem não é nada além daquilo que a educação faz com ele!" A nossa meta agora não é apenas conscientizar, mas facilitar as atitudes individuais e coletivas em prol de uma causa maior. Sobrevivência. É urgente destacar os valores esquecidos, tais como o respeito ao meio em que se vive. A Natureza nos foi dada, mas a transformamos de acordo com nossas necessidades, sem pensar nas consequências. Uma das formas que encontramos para diminuir o impacto do lixo na natureza, nos arredores da escola e das nossas casas foi reciclando. O meio ambiente deve ser tratado numa esfera multidisciplinar, não reduzindo-o apenas ao domínio de uma disciplina. É dever de todos adotar posturas diárias de preservação.
Como lidar então com os avanços tecnológicos, uma vez que tudo se descarta com maior rapidez, tornando-se obsoleto num piscar de olhos. Educadores devem atuar de modo a levar os alunos à reflexão diante de suas práticas, abolindo de vez com a visão utilitarista da natureza. Por recurso natural, entende-se que vamos utilizá-lo de alguma forma, mas cabe a cada um de nós, diminuir o consumo, criar novas possibilidades menos agressivas ao meio em que se vive lembrando que a riqueza de um bem natural, pode estar próximo de você. no terreno de sua casa. A maneira de utilizar este bem é que fará a diferença, pois reduzir o impacto ambiental é a maoir meta do ser humano deste século, momento histórico em que qualquer ato impensado, gera catástrofes e altera o nosso modo de viver. A cultura dos antepassados nos deixou como herança uma sociedade que já não consegue suportar tamanha evolução do progresso, aumento populacional e consumo exacerbado e desenfreado de muita coisa que não necessitamos. Onde isto tudo vai parar? Muitas vezes, dentro da nossa casa depois de uma enchente...
Há muito por fazer, mas o essencial é atitude imediata diante de tudo o que vemos.
Nossos educando são reflexo de tudo aquilo que aprendem, o fato é que a maioria esquece que não se aprende só na escola... A vida é a própria escola... o filho já aprende antes de nascer... no ventre da mãe. Sentindo emoções, barulhos, alimentando-se bem ou não. Vibrando com as alegrias, sucessos da família ou sofrendo com ela...
É célebre a máxima de que a educação vem de berço... Quando a criança vem à escola, seu potencial de inteligência já foi desenvolvido...sua capacidade de tornar-se uma pessoa bem sucedida e feliz, já foi estruturada. Sua autoestima já está presente.
O que falta é continuar esta aprendizagem que foi destinada para cada ser humano.
Na escola, o educando encontra recursos humanos para estabelecer vínculos que lhe darão suporte para acreditar que sua vida tem sentido e que tem sempre alguém com quem contar. Tem também ao seu dispor, os recursos materiais para deles usufruir sempre que precisar, pois assim, poderá criar seu espaço, tempo e ritmo de aprendizagem e manifestar suas habilidades cogniscitivas ao longo de sua vida.
(Autoria: Mª de Fátima)

E.B.M. Pastor Faulhaber
Data:
Saída da escola:
Retorno:
Nº de alunos participantes:
Profª regente
Profª acompanhante:
Duração do percurso:
Ruas percorridas:


Biblioteca Pública Municipal:

Nome das obras que chamaram minha atenção

Horário de funcionamento:

A biblioteca pública possui que tipo de recursos ou acervos:


MUSEU DA FAMÍLIA COLONIAL
Quem morou na casa foi:

Anote características dos aposentos :
Quarto:
Cozinha:
Banheiro:

Anote o que você achou interessante sobre os índios:
O que chamou a sua atenção:


MUSEU DE HÁBITOS E COSTUMES

Por que o museu tem este nome:

É o único na região?

O que está exposto neste museu:
.
Qual a diferença deste museu em relação aos outros:

Quando, como e com quem iniciou o CARNAVAL em Blumenau

E.B.M. PASTOR FAULHABER
BIBLIOTECA PRINCESA ISABEL
Rua Pastor Osvaldo Hesse, nº 1090, Centro - BLUMENAU-SC. CEP: 89015-100
Fale conosco: (47) 3322-6984
E-mail: biblioteca.princesaisabel@yahoo.com.br

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