3 de novembro de 2009

Formação -professores - Biblioteca

A VIDEOTECA PRINCESA ISABEL DA NOSSA ESCOLA INDICA ÓTIMOS VÍDEOS, CONFIRA:



Equi algo sobre a vida!


Um vídeo que vai mudar a sua vida:



Este é sobre tubarões


fundo do mar e peixes


Estranhas criaturas encontradas após o tsunami!

Parar relaxar


Abaixo você confere fotos de algumas atividades que são desenvolvidas nas escolas, como havia combinado que seriam mostradas aqui.Eu fotografo e vou anexando aqui de acordo com o tempo disponível. Neste dia tivemos alunos e professores apresentando teatro (Eliane) com obra de Miguel cervantes, uma casa antiga que se transformou em biblioteca numa escola e outras professoras com a Literatura Infantil "Dez Sacizinhos".
Você pode acompanhar a história que eu preparei através de um site e está logo abaixo. Confira.

Nosso último encontro de professores que atuam em biblioteca.







Pesquisa sobre o autor da obra escolhida:

Miguel de Cervantes Saavedra foi um importante poeta, dramaturgo e novelista espanhol. Nasceu em 29 de setembro de 1547 (data suposta) na cidade espanhola de Alcalá de Henares. Cervantes morreu na cidade de Madri, em 22 de abril de 1616. Considerado um dos maiores escritores da literatura espanhola, destacou-se pela novela, mundialmente conhecida, Dom Quixote de La Mancha.

Principais momentos da vida de Cervantes (biografia):

- No ano de 1566 foi morar em Madri junto com a família.
- Em 1569 foi morar na cidade de Roma, após ter ferido um homem num incidente em Madri.
- Em 1571 participou na Batalha de Lepanto (contra os turcos). Foi ferido durante um combate e ficou com a mão esquerda inutilizada.
- Entre 1575 e 1580 ficou num cativeiro em Argel (Argélia), após ter sido capturado por piratas.
- No ano de 1581 foi morar na cidade de Lisboa, onde escreveu peças de teatro.
- Em 1583 casou-se com Catalina de Palacios Salazar.
- Em 1587 foi nomeado comissário real da Armada espanhola.
- Em 1593 publicou o romance La casa de los celos.
- Em 1597 foi preso na cidade de Sevilha
- Em 1605 publicou a primeira parte de Dom Quixote.
- Em 1613 entrou para a Ordem terceira de São Francisco.
- Em 1615 publicou a segunda parte de Dom Quixote.

Principais obras de Cervantes:

- Dom Quixote de La Mancha
- Oito comédias e oito entremezes nunca antes representados
- A Numancia
- O trato de Argel
- Os trabalhos de Persiles e Sigismunda
- O cerco de Numancia (peça de teatro)
- O ciumento de Extremadura
.......................................
Tatiana Belinky
Dez sacizinhos - il. Roberto Weigand
Paulinas, 1997
Eram, então,dez sacizinhos de barrete vermelho,
pitando cachimbo. É assim que toda gente conhece
os danados dez, um punhado pulando em uma perna só
e que deram para pular agora no tangolomango.
Tatiana Belinky reinventa a brincadeira tradicional,
uma lengalenga de contar para trás... até restar nenhum!

Eram dez sacinhos que, na ilustração de Roberto Weingrand, saem da mata e espalham-se pela praça, passam debaixo do arco-íris e andam de fusca! Dez sacizinhos bem urbanos, aliás. Mas, em qualquer paisagem, esconde-se a malvada
que dá sumiço nos dez pestinhas. Adivinha quem?

O final do livro é uma alegria de palmas e... pés, é claro!
Comentários de Peter O'Sagae
Dobras da Leitura

Eram dez os sacizinhos;
Um ficou imóvel
E nunca mais se moveu,
E sobraram nove. »












.........................
Neste site você encontra muitas atividades para enriquecer suas aulas.
http://www.edukbr.com


Aqui tem poesia para os pequenos:
A Pipa de Gabriel
Mª de Fátima M. Baumgärtner

A pipa de Gabriel, em tom pastel,
balança suavemente no céu.
Gabriel sorri, vagando ao léu.
É doce sua vida, feito mel.

Gabriel olha a pipa, no alto do céu.
Girando, girando, feito carrossel.
A pipa exibe, seu corpo de papel.
Gabriel então, solta o carretel.

Voa pelo céu, seu lindo chapéu.
O vento leva as folhas ao céu.
Folhas de árvores, folhas de papel,
enquanto Duda, olha seu anel.

Brilhando, brilhando, feito estrela no céu,
a pipa voa e balança, seu corpo de papel.
Gabriel e Duda, doces como mel,
dão-se as mãos e olham para o céu

Correm juntos, sorrisos de mel.
Agora seus sonhos, não são de papel.
Voam para o céu, qual pipa de papel,
enquanto a vida gira, feito carrossel.

Blumenau, 2004
............................
Este poema está no Edukbr também.

Pássaro Poeta
Colaborador: Rita Nasser
Muito além das estrelas,
Sob o coro dos anjos
Habita um pássaro preso.

Preso, a presa desfalece.
Morre cinzento
Sob o brilho do arco-íris

O arco-cinza-íris explode
Em chuva prateada e volta à Terra
Corta Ares e entranha-se o chão.

Fundo, muito fundo...
Muito além do solo úmido
O pássaro-prata-água fecunda.

Sob o calor do sol,
Sob a luz do dia,
A semente brota...

Sob o coro dos homens
Verde reluz emergindo a terra.
Pássaro sem asa renasce livre...

SP/27/01/98
MENÇÃO HONROSA CONCURSO LITERÁRIO PHISYS ED. 28/02/98

Convite para Fórum de Literatura Participe!



Por Uma Educação De Qualidade

Por: Maria de Fátima M. Baumgärtner

POR UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Todos os meios de comunicação estão mostrando a realidade da educação atual. Sabemos que nada muda de repente, mas se ficarmos esperando alguém fazer algo, é que nada mudará, ou seja, não basta mostrar a situação, há que haver comprometimento para estabelecer um foco de atuação e primar por ele. Não dá pra ficar brincando de educar, ou falamos a mesma linguagem e agimos da mesma forma, ou perderemos crédito em nossas funções, sejam elas quais forem. O educando precisa encontrar um tripé onde se apoiar, mantendo este suporte por toda a sua vida. Este tripé é formado pela referência no educador, a disciplina mediada e o vínculo afetivo estabelecido numa relação de confiança. Os três fatores são distintos entre si, mas se complementam, ou seja, um não existe na ausência do outro. O educando está sempre testando o professor, os pais, ou outra pessoa que o eduque.

O motivo é um só, a busca do sentido para suas ações futuras. É como se ele sempre perguntasse, se poderia ou não tomar certa atitude. Cujo ato para o adulto, acontece num determinado tempo de ação, e se denomina erro. O que o faz pensar assim, é o fato de ter vivido certas experiências. Não há receita para tudo. Por isso nem sempre dá certo o que se faz. Mas não se pode desanimar, cada situação pede uma atitude, pois todos somos diferentes.

Ao nos depararmos com situações indesejáveis, nem sempre somos prudentes ou pacientes como deveríamos ser. Somos impulsivos ao agir e por fim, incapazes de perdoar erros de percurso em nosso cotidiano, muitas vezes oriundos de fatores bem mais complexos do que uma questão de momento. Quando um problema se instala, muitas vezes a primeira atitude que temos é julgar e criticar, quando na verdade o que se deve fazer, é diagnosticar para descobrir o porquê de tal acontecimento. O educando em primeiro plano é ser humano em desenvolvimento, tal qual outra pessoa, apenas diferindo na idade, tanto cronológica quanto mental. Partindo deste pressuposto, fica fácil perceber que noção de limite deve se dada todo o dia, seja em qualquer ambiente em que estejamos inseridos, por todos aqueles que se encontram no mesmo. Toda rebeldia é um pedido de socorro, que nem sempre é compreendido.

Tudo isso é repetitivo, dizem, mas é assim que se alcançam objetivos, com persistência. Ao invés de ficar na platéia como expectador, vamos unir forças em prol da educação. O que está acontecendo, é que muitos profissionais estão atuando em áreas desconhecidas, tentando ¨descobrir como fazer¨ e muitos especialistas são ignorados por questões diversas. Enquanto isso acontecer, nada vai mudar. ¨Ninguém ama o que não conhece e nem dá o que não tem. Se alguém faz o que desconhece, é apenas porque lhe convém.¨ Percebe-se então que há uma falta de estrutura e planejamento, por parte de uma equipe gestora que oriente e capacite profissionais visando um ensino de qualidade. Já os pais muitas vezes, não acreditam na capacidade dos filhos. Então projetam para eles um futuro que nunca chega, pois cada indivíduo, tem suas habilidades e desejos, que aos poucos vão determinando uma trajetória de sucesso ou de fracasso. Cabe aos pais apenas orientá-los neste processo cotidiano e facilitar o acesso aos mecanismos de ação ou de defesa diante das diversidades de atitudes que serão tomadas por eles.

Tanto os educadores quanto a família devem dar tempos e espaços aos educandos para que o mesmos exercitem seus mecanismos cognitivos, podendo assim apropriar-se da autonomia necessária para ¨viverem experiências futuras¨. Há quem diga que não há futuro. Imagine alguém ter como mediador alguém que não acredite no futuro. Seria incoerente educar, pois educação é propósito futuro, pressupondo que podemos mudar preparando o indivíduo para uma sociedade melhor. Se apenas educamos para o hoje, então não acreditamos na sucessão dos dias. Mas não pensemos no futuro com sendo nosso. É preciso desprender-se dele. Pois ele não nos pertence, nós é que pertencemos a ele. E isso não quer dizer que ele não exista. Como uma mulher grávida poderia olhar para sua barriga que se projeta para frente dando vida ao um novo ser, sem acreditar no amanhã… Eis aí o milagre da vida que projeta o futuro. Ela cria o novo ser que deixa como extensão da sua vida passada. O filho nasce para o futuro… Filho do universo. Os pais não devem pensar no filho, como forma de propriedade. O filho vem ao mundo para viver sua própria vida. O filho vem através dos pais e não para os pais. É dolorido admitir isso. E há quem pense que sendo assim, não tem responsabilidade para com seu rebento. Mas na verdade quando o filho nasce, surgem responsabilidades para toda a vida.

A vida é aprendizado e a teoria deve ser associada a ela. Cada ato cometido por menores nos faz refletir. Onde andam seus pais, quem foi seu mestre, diga-me com quem andas e dir-te-ei quem és… Porém, isso não é suficiente. Dar atenção, amor e limite, é tudo. E é tudo o que eles precisam. Não adianta só escrever e falar sobre estes assuntos, mas quem escreve e fala sobre isso, demonstra que já está fazendo algo.

http://educacaoecidadania.com.br/blog/?p=1314&cpage=1#comment-585

Perfil o autor:
Escritora sócia fundadora da Sociedade Escritores de Blumenau.

Fonte Artigos - Artigonal.com - http://www.artigonal.com/educacao-artigos/por-uma-educacao-de-qualidade-1339146.html


Por Uma Educação Com Significados

Por: Maria de Fátima M. Baumgärtner

Por uma educação com significados

Ao longo da vida, podemos identificar talentos e valores que se encontram na sociedade, embora todos os indivíduos dependam de incentivo, para que ousem brilhar nos espaços que lhe são de direito. Bem sabemos que nas escolas há o privilégio de um espaço, onde brota no cotidiano a diversidade de saberes. Cabe aos órgãos competentes da sociedade manter o foco principal - educação - , que representa fator essencial para que a população realmente receba a mediação e o apoio de que tanto necessita.

Sabe-se que a escola representa um espaço onde o conhecimento é construído, assim como o ambiente familiar é muitas vezes responsabilizado pela educação dos membros que a formam. Porém, jamais devemos esquecer que nenhuma destas duas entidades sozinhas poderão dar conta de aprimorar conhecimentos ou mediar a educação dos indivíduos. É a união de ambas que permitirá o sucesso tanto no que diz respeito ao aprendizado, quanto à mudança comportamental dos mesmos.

Constata-se então que todos estamos envolvidos num mesmo processo de transição, o qual permite encaminhar as gerações futuras ao propósito de pensar e agir de forma que atenda ao bom convívio que norteia a sociedade. Devemos estar atentos às mudanças, aceitando as diferenças e percebendo-as como o referencial que sintetiza os valores de cada ser humano.

A sociedade deve valorizar os seus cidadãos, não apenas por aquilo que fazem, mas por aquilo que já não são capazes de realizar, por determinados motivos. Quando delegamos uma tarefa ao outro, sabendo que ele não tem conhecimento sobre o assunto, devemos monitorá-lo do início ao término de sua atividade, pois se ele errar terá o suporte de que necessita. Isto vale para todas as idades.

Sabemos que todo erro é uma tentativa de acerto e aquele que erra, demonstra que quer aprender. Porém, nem sempre o erro é visto desta forma. Muitas vezes, ele é considerado como incompetência, ou falta de interesse em demonstrar que se é capaz.

Indivíduos críticos, competentes e conscientes de seus direitos e deveres colaboram com aqueles que apresentam déficit na execução de suas tarefas, apontando o caminho e mostrando-se aptos ao companheirismo e com seu empreendedorismo e liderança, seguem junto.

Como já ouvimos e sabemos, não somos os mesmos durante o dia e nem seremos os mesmos a vida toda. Urge a necessidade de quebrar a resistência, livrar-se das amarras e reconstruir o saber. Cabe aos educadores (família, escola e sociedade) a função de facilitar este processo flexível, que só acontece quando se atribui um significado ao que se vê, se ouve ou se diz, em suma, se vive.

MARIA DE FÁTIMA MARTINS BAUMGÄRTNER/ESPECIALISTA EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL

Perfil o autor:
Escritora sócia fundadora da Sociedade Escritores de Blumenau.

Fonte Artigos - Artigonal.com - http://www.artigonal.com/educacao-artigos/por-uma-educacao-com-significados-1339152.html


Por Uma Alfabetização Com Significados

Por: Maria de Fátima M. Baumgärtner

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“Há aqueles que dizem que sabem e nada fazem.

Há aqueles que fazem sem saber.

Há aqueles que constroem o saber com aqueles que fazem”.

Como o indivíduo aprende?


Cada indivíduo tem seu ritmo para desenvolver-se, ao qual denominamos de tempo. Mas que tempo é esse? Se ignorarmos este tempo, qualificando-o como particularidade de cada indivíduo, sem intervir no processo de aprendizagem, comprometemos assim, todo o seu potencial criador. Cabe ao educador, entender e buscar formas de mediar o conhecimento e diversificando as atividades, de acordo com as dificuldades ou habilidades de cada aprendiz. Faz-se necessário o conhecimento de cada dificuldade encontrada. É neste momento que a mediação competente tem sua importância. Faz-se necessária uma intervenção diagnóstica por parte de especialistas, para detectar possíveis causas que estejam inviabilizando o processo de apropriação da aprendizagem como um todo.


Por uma alfabetização com significados


Quando deparamos com o insucesso, a evasão escolar, a repetência e a defasagem/idade/série de nossos alunos, ficamos muitas vezes decepcionados. Nesta sociedade da informação tecnológica, na qual tudo se descarta e atualiza cotidianamente, muitas tentativas são frustradas, pois muitas vezes não há apropriação do conhecimento por falta de sentido ao que é oferecido como produto da educação propriamente dita. O que acontece, de fato, é que a criança chega à escola cheia de desejo de aprender e de repente perde o gosto pelos estudos. Isto acontece porque ela não entende o processo ensino-aprendizagem sem sentido prático. A forma como acontece este processo vai permitir avanços ou retrocessos em seu desempenho escolar. Olhando para nós mesmos, poderemos responder a estas questões. Quando a criança chega à escola, espera encontrar um líder, alguém em quem possa confiar, espera encontrar no coração da escola um ninho onde se abrigar. Porém, isto só acontece quando o professor estabelece um vínculo. Constata-se na dialética diária que o professor não passa pela vida de uma criança, mas sim, ajuda a formá-la. Não põe sonhos na mente de um adolescente, ajuda a realizá-los. Não transmite o conhecimento, facilita a construção do mesmo. Não dá aulas, cria com seus alunos um ambiente de aprendizagem. Enfim, não dá notas, mas, avalia cada postura adotada diante daquilo que lhe é proposto. Fazer a diferença na educação não é fazer tudo outra vez a cada ano. É fazer diferente aquilo que todos já fizeram e não deu certo. O diferencial está no potencial de cada um, mas que nem sempre é valorizado. Fica explícito aqui o entendimento de não haver distância entre avaliação, afetividade, teoria, planejamento coletivo, gestão democrática e acima de tudo um significado em tudo o que se realiza. A gestão pedagógica de uma escola focada na alfabetização, na construção do conhecimento e da autonomia dos seus educandos, perpassa pela responsabilidade do resgate das devidas funções atribuídas aos profissionais no momento de sua formação, ou seja, todo aquele que escolher a nobre função de professor, deve realmente acreditar que é capaz de transformar as gerações Partindo do pressuposto de que a biblioteca é o coração da escola, o que faz pulsar o corpo da escola é a leitura. Cabe aos educadores permitir que ela aconteça. Assim como na leitura dos livros, o educando fará a leitura de mundo que o rodeia. O cotidiano deve voltar a ser interessante, a sucessão dos dias, sem a exaustiva cultura do "espetáculo" a qualquer custo. É preciso mudar o percurso do olhar. Ainda há tempo, de plantar e colher. Basta preparar o chão, escolher a semente e semear na hora e lugares certos.


“O homem sabe que sabe, mas precisa de um mediador, para entender aquilo em que acredita. Pois é na interação, que acontece a verdadeira compreensão daquilo que se diz conhecimento.” (M. de Fátima M. Baumgärtner)

Perfil o autor:

Fonte Artigos - Artigonal.com - http://www.artigonal.com/educacao-artigos/por-uma-alfabetizacao-com-significados-1339120.html

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